Modelos saco da faculdade

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Me alienei completamente em relação as pessoas (Histórias de Quarentena)

2020.08.24 07:11 aquele_esquisito Me alienei completamente em relação as pessoas (Histórias de Quarentena)

Esse ano tá sendo bem interessante para mim até agora, comecei com 23 anos, virgem, bv, com zero experiências íntimas com mulheres, sem nunca de fato ter valorizado essas aventuras, isto é, nunca ter buscado de fato. Sempre fui no menor número possível de festas, nunca engajei em nenhum tipo de flerte com uma mulher e com isso nunca cheguei perto não só das ppks alheias como não sei o que é amar uma mulher. Basicamente era um incel sem a parte de odiar as mulheres, só a de não ver necessidade em transar mesmo, sem nenhum vitimismo, *quase um assexual que sente vontade física de transar mas não psicológica. *
Pois bem "ano novo, vida nova", pensei comigo mesmo que ia mudar isso, não deve ser tão difícil, ainda sou jovem sem ser garoto demais, quase empregado, não sou horrendo, os anos de academia me transformaram em uma pessoa atraente de corpo e sou absurdamente interessado (quase de maneira autista) em saber das coisas/conceitos/ideias/ciências/formas de arte, me transformando numa máquina de boas conversas por ter assunto pra infinidade de tempo. Por que decidi mudar isso? Literalmente por pensar com o meu pau, depois dos 20 parece que minha libido triplicou e eu não via a hora de finalmente comer alguém. E aí eu ainda caí na isca de "tem mais de 20 e é virgem? teu padrão é muito alto" que me deu um falso senso de segurança, ou seja, fui em todas que deram bola.
Usando tinder já comecei a perceber que ter um grande conhecimento de vários assuntos não significa ter uma boa conversa de bate e pronto, por isso passei uns tempos dando match com qualquer menina (mesmo que longe) só pra treinar o meu gingado na conversa com elas, depois de umas semanas consegui uma melhora boa (e agora quase indo pro fim do ano já me sinto um mestre das conversas) e comecei a de fato marcar encontros.
Pelo tipo de texto que estou escrevendo você pode talvez imaginar um autista metido que se acha o rei da cocada, e é meio assim que eu me sinto comigo mesmo, mas na vida real eu consigo me passar por uma pessoa completamente normal e sociável, o lance é que eu estou fazendo força para isso internamente. Sempre achei isso meio normal porque apesar de ser extremamente introvertido nunca fui tímido e sempre convivi com coletividades de amigos ao longo da minha vida ATÉ a faculdade quando todo mundo foi separando, daí eu tenho um senso de normalidade bastante bem desenvolvido, a partir dai é questão de querer mesmo.
Primeira menina foi logo na época de carnaval (apesar de ter passado longe de blocos), foi com ela que eu perdi o BV de todas maneiras possíveis e desenvolvi mais habilidade com mulheres, saímos durante a semana quase toda (ela era de fora) mas não conseguimos transar por conta de terceiros empacando o bonde (a vontade foi tanta que chegamos a ficar nos esfregando em alguns lugares públicos). Viu? Não foi tão difícil, vou transar bem mais rápido que imaginava, eu só precisava achar alguém que morasse sozinha pra facilitar tudo. O único alerta que essa primeira vez me deu foi que eu não gostei da experiência, e eu to acostumado a não gostar de saídas sociais/fingir ser normal, passo por isso a vida inteira, mas acho que por essa vez ter aprofundado mais na minha intimidade acabei odiando mais do que uma simples ocasião social.
Sai com a segunda um tempo depois e essa era bem mais quieta e tranquila que a primeira, com essa não rolou nada e eu não fiquei tão desconfortável, depois percebi que foi porque foi basicamente um rolê que eu tenho com meus amigos, daí o nível de conforto foi proporcional a isso e não a de ir pra trocar saliva com uma mulher. Essa segunda era espetacularmente linda apesar de não parecer tão interessada como a primeira (que também era bonita!). A partir daí eu percebi que tava fácil demais e decidi tentar ser mais criterioso a fim de achar uma mulher bonita que fosse transar comigo sem as frescuras sociais, porque meu pau tava mandando em mim.
Enfim, achei uma mina com 28 anos que tava querendo, marquei um pouco antes das minhas aulas começarem mas tive que dar uma adiada por um problema, porém o encontro nunca de fato aconteceu pois por ironia divina, o corona estourou e a pandemia começou. A partir daí vou dar uma acelerada na história, pois desse início de março até hoje continuei acessando o tinder assiduamente quase como um vício de autoestima com a desculpa de treinar meu papo com mulheres, e sem intenção de quebrar a quarentena.
Fiz todos tipos de perfil possível (pedindo sexo na bio, super fofo, esquisito, descolado...) e dei match com todo tipo de mulher possível, tive várias conversas a ponto da minha habilidade social ter crescido bastante, porém acabei chegando no ponto de saturação mais que completa. Lembra quando eu disse que ia ser mais criterioso? Isso subiu absurdamente a minha cabeça a ponto de eu literalmente achar todas as mulheres do app feias ou indesejáveis de alguma forma, antes eu literalmente tinha uma certa luxúria por quase todas porém isso foi morrendo com as conversas. Porque eu começava a conversar no meu modo ultra social (quase um superego em esteroides) e levava uma conversa foda em vários lugares imagináveis, conseguia colocar as minas fissuradas em continuar a conversar comigo, me chamar pra conversar tomando iniciativa e tudo mais. Mas aí eu percebi que comecei a odiar as conversas, porque a dura realidade é que nenhuma mulher passa um tempo psicopata aprendendo a conversar com homens no tinder pra ter a conversa perfeita.
Isto é, apesar de eu tomar a dianteira, as conversas para mim começaram a ser absurdamente horríveis e pouco proveitosas, porque as mulheres em geral são seres humanos normais, que em sua maioria são completamente entediados consigo mesmo e desinteressantes. Deixou de ser sobre conquistar as meninas com a lábia das palavras para "Quero uma conversa interessante pra mim", e obviamente não encontrei ainda uma menina psicopata ao ponto de seguir o guia que eu descrevi, mesmo as boas de conversa batiam no meu ego me dizendo "nossa, se eu consegui isso com essa, talvez eu consiga algo melhor". Até agora eu consegui umas 5 meninas a tentarem me convencer a quebrar a quarentena com elas.
Olha a merda no que eu me tornei, esses últimos parágrafos são estreitamente das profundezas da minha mente, onde eu comecei a levar essas conversas de merda e encontros como achievements sociais. Que foi de certa forma como eu abordei tudo isso no começo sem perceber, quero transar porque sim, meu pau me ordena, quero perder o BV para poder falar livremente com as pessoas que eu já beijei (não gosto de mentir sobre isso e sempre admito o que sou sem vergonha quando o assunto surge em conversa com amigos) e não sou um completo inapto social por tentar e ser rejeitado. Finalmente me encontrei numa posição de poder e comecei a usar isso pra aumentar o ego pura e simplesmente, fui me tornando uma mina aleatória de only fan que coleciona macho que paga tudo pra ela (famosos simps).
"Nossa, que fanfic de adolescente retardado" pode passar pela sua mente, pois bem, a dose de realidade chegou para mim, porque apesar de não ser horrendo eu não sou nenhum modelo, então teve uma hora que eu basicamente bati no meu limite de beleza no tinder e a atenção que eu tava recebendo secou completamente. Comecei aceitando qualquer uma com um perfil super amigável e convidativo, pra aceitar até umas meninas que considero meio feias com um perfil mais interessante, pra começar a encontrar com meninas regulares/do meu nível pra até algumas mais bonitas com um perfil super esquisito (pra filtrar tipos de menina que eu não queria), e aí eu estagnei, ainda to um pouco longe do topo da pirâmide mais fui um pouco mais longe do que imaginava. Fui de perdedor de boas, para perdedor com um falso senso de poder, para perdedor carente que tentou voar muito perto do sol, tudo isso também por não gostar da ideia de correr atrás de mulher, parto do princípio que se a mina não tiver iniciativa pra vir falar comigo é porque pra ela não tem nada ali e já descarto de cara.
Eu basicamente sinto que estou passando, ao longo dos últimos anos, por um processo de alienação completo de relações sociais à lá ted kaczynski, e eu sinto que essa era uma das últimas barreiras que eu tinha pra quebrar: a do sexo oposto. Já tinha normalizado na minha cabeça a minha própria desumanização e completa insignificância, pra estender isso pra colegas/amigos/parentes, e finalmente sinto que estou me descolando do tecido dos relacionamentos, ou de mulheres no geral. O que eu achei mais perceptível desse processo foi que o meu "pensar com o pau" meio que se tornou temporário, antes eu poderia ter me masturbado ou não e ainda havia um certo desejo por mulheres, agora eu sinto que sou uma pessoa quando estou com tesão e quando não estou mais simplesmente volto a não dar a mínima pra estar com uma mulher (eu já não ligava pro aspecto de companhia da relação, agora então o sexual parece ter ido embora também assim que esvazio o saco), inclusive com algumas dessas meninas que encontrei cheguei a fazer chamadas pra ficar me masturbando e é mata conversa na certa, porque o meu tesão acumulado por aquela pessoa desaparece da face da terra com uma gozada e eu não consigo nem mais falar com ela. Não sei se já estou estragado pro sexo, porque tenho certeza que depois de transar o meu desejo vai ser ficar sozinho comendo uma pizza e ouvindo música.
Pra quem for comentar em nofap e parar de ver pornô, eu não me masturbo com tanta frequência ao longo do ano, inclusive já fiz no fap de 3 meses duas vezes (outra isca que não serve pra muita coisa), também quase não consumo pornô, minha libido é muito errática com a masturbação, posso passar um tempo me masturbando 3-4 vezes por mês (tendo muita ocupação e coisas pra resolver) para chegar uma sequência de três dias de vagabundo e me masturbar 4-5 vezes por dia, quantificando num ano passo longe de vício por punheta ou pornô.
O mais engraçado da história toda é que todo esse processo aconteceu com auxílio do isolamento físico da quarentena que me possibilitou a chegar nesse ponto de alienação sem nem transar ainda. To quase me sentindo como o androide no fim do Ex-Machina que vai pra sociedade viver como uma pessoa normal, visto que to bem perto de finalizar a faculdade, vou tentar arranjar um emprego, morar sozinho, e finalmente virar um adulto de fato, a única coisa que eu tava sentindo dever nesse quesito de amadurecimento era a parte de relacionamento, principalmente o sexo porque de fato eu nunca tive interesse em montar família com casamento/filho/cachorro/gato, nem a ideia de namorar me atraia já bem novinho justamente por desgostar dessa ideia do companheirismo, minha última esperança era transar, mas isso eu acho que nem faço mais questão de concretizar.
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2020.07.27 00:24 JIYOZE Minha mãe me levou ao psicólogo porque eu não ia em baladas.

Olá, este é apenas um desabafo sobre algo que aconteceu alguns anos atrás, mas nunca contei para ninguém. Estava escrevendo outro texto para colocar aqui com as minhas indignações atuais, no entanto, ficou extremamente grande e decidi apenas contar essa parte constrangedora por enquanto.
Para contextualizar, fui uma aluna de desempenho excelente, estrela nos projetos da escola, desenvolvia exemplarmente meu papel de aluna modelo. Sempre trabalhei empreendendo em alguma coisa para ganhar meu próprio dinheiro, aos 10 anos eu já ganhava média de 200 reais por mês, trabalhando só no meu tempo livre com coisas que eu sabia fazer e vender. O foco era gastar como eu bem queria, embora eu só guardasse praticamente tudo e fazia empréstimos ao meu pai. Aos meus 16 anos comecei no meu primeiro emprego, dentro da área que eu sonhava em atuar. Trabalhei por um ano, apesar de ter sido uma ótima experiência foi também uma das maiores decepções da minha vida, pois não era como eu pensava e me senti desiludida. Nesse meio tempo entrei na faculdade em um curso de prestígio e me dediquei totalmente a montar meu caminho profissional. Logo que fiz 18 anos aproveitei para fazer networking e minhas saídas se se resumiram em eventos de empreendedorismo. Após sair da escola eu cultivei poucas amizades e na minha correria de faculdade, trabalho, networking, nunca sobrava tempo para algum tipo de lazer. Doce engano, a verdade é que eu gosto mesmo é de ficar em casa no meu tempo livre, assisto um monte de coisa que gosto e já estou feliz.
Meus pais me criaram para ser uma pessoa dedicada, não acho ruim. Eu sempre fui muito obediente. A minha mãe sempre me dizia que balada era algo ruim, perdição e prostituição, como não tinha interesse (E ODEIO MÚSICA ALTA), eu só concordava. O problema é que minha família ficou esperando eu começar a me rebelar, criar problemas, namorar e etc. O que não aconteceu. Meus pais começaram a achar que eu tinha sérios problemas. O fato de nunca ter trazido um namoradinho para apresentar foi, inclusive, motivo de pensarem que eu era lésbica. Um dia a minha mãe me disse que iríamos sair e não disse onde. Quando chegamos lá era um consultório psicológico e durante a primeira sessão eu ouvi por 1h a minha mãe contar a psicóloga que eu não saia, ficava apenas em casa, não namorava e etc. Eu não sabia que ela tinha todas essas preocupações.
O que leva um mãe e um pai a criarem seus filhos para serem dedicados, estudiosos e etc, sentirem que tem algo errado na vida do filho porque ele não está "curtindo" o mundão?
Em pouco tempo eu recebi alta da psicóloga. Não me arrependo de ter feito tal tratamento, pois me ajudou a lidar melhor com meus pais. Mas, a cobrança nunca acaba... Hoje estou com 21 anos, em dezembro termino a faculdade, sigo solteira e raramente tenho interesse em alguém, quando acontece passa rápido. Mas todo mundo da família está agora esperando eu me aventurar após sair da faculdade, pois concluíram que eu estava me dedicando a ela e por isso não saia para bagunçar, obviamente não vai acontecer, assim como não aconteceu quando fiz 18 anos.
2020 está sendo assustador por tantas catástrofes que estão acontecendo no mundo, mas 2021 provavelmente será um ano de catástrofes na minha vida, porque toda essa cobrança me deixa louca e já estou achando um saco antecipadamente. Não sei como vou continuar protelando essa obrigação, todo mundo da minha geração na família já casou ou está divorciado. Passo mais tempo justificando que não estou interessada em namorar do que tentando namorar. Aí que sono. Explicações a parentes são um saco. Vontade de mandar todo mundo ir para aquele lugar e me deixar em paz.
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2020.04.27 22:47 shinytrash_92 Eu sou um peso na vida do meu marido

Ensaiei esse post por horas. Escrevi, apaguei, fui tomar banho, reescrevi, editei e não postei. Criei uma conta alternativa e reescrevi uma última vez para conseguir postar e não ser rastreada, pois o que estou prestes a falar é humilhante demais para sequer imaginar que alguém que eu conheça esteja lendo, principalmente meu marido. Mas, a verdade é que sou um peso na vida dele, e pior: covarde demais para me separar e deixar que ele prospere sozinho.
Contexto: estamos juntos há 14 anos, sendo 4 de casamento e 10 de namoro. Nos conhecemos super novos, ainda no cursinho. Eu era uma menina bonitinha, magrinha e pequena, com alguns hobbies e planos pela frente, mas, já fazendo tudo com uma certa dificuldade, principalmente por conta de um background com família e emocional bem instáveis. Ele era um cara super inteligente, já falava 3 línguas, tinha morado fora e vinha de uma família rica e equilibrada. Logo passou em medicina, numa faculdade pública, enquanto eu perdi mais uns anos no cursinho pra passar em um curso meio bosta numa particular.
Quero deixar claro que essas visões são minhas: Ele jamais me subestimou por ser mais rico, mais inteligente ou ter feito uma faculdade melhor que a minha. Eu que fui desenvolvendo esse olhar conforme fui percebendo que, enquanto eu sofria para estudar e precisava de ajuda dele com trabalhos e exercícios, ele ia fazendo a faculdade dele e a minha também, por tabela. Não estou exagerando: ele desistiu de matérias para me ajudar com o meu curso. Virou noites fazendo exercícios e estudando comigo. Quando casamos e veio a residência, onde mal conseguíamos nos ver, me afundei em uma depressão profunda. A casa estava sempre uma zona, pois eu não conseguia cumprir com as tarefas domésticas (que eram minha responsabilidade, uma vez que ele tinha me ajudado com a faculdade e agora precisava de ajuda para terminar a dele). Não sei explicar, não tenho energia. Não é como se eu passasse o dia fazendo outras coisas, eu passava o dia na cama olhando pro teto. Nem séries eu tinha vontade de ver. De quebra Engordei 40kg e tive muita dificuldade com o meu TCC. Sinto que ele vem me carregando desde então.
Se antes eu sentia que não bastava por ser esse saco de lixo burro e inútil, agora eu também estou gorda e horrorosa. Nem esse, que era o papel mais basal de uma esposa - o de ser bonita - eu consigo mais cumprir. Nossa vida sexual também foi embora - e não por culpa dele, mas, por culpa minha! Ele insistia para fazermos amor, mas, eu tinha vergonha demais do meu corpo e fui recusando, até ele parar de pedir. Esse ano, se transamos 3x foi muito.
Obviamente que não é só isso. Para o pacote ser bem completo, além de burra, inútil e gorda, eu também sou uma pessoa difícil de lidar. Briguei e cortei relações com muita gente próxima dele. Vários amigos dele não gostam de mim, o irmão dele me odeia, as tias dele também. Sei que os pais dele são corteses, mas que também prefeririam que ele estivesse solteiro. Eu tenho surtos de raiva, provavelmente relacionados com o meu background familiar, e sempre acabo com as minhas relações pessoais. Ele é praticamente a única pessoa que restou. Mesmo minha amiga mais próxima, a única que conservei da faculdade, sinto que só gosta de mim por que quer estar próxima dele também.
A gota d'água foi recentemente ter sido mandada embora da empresa em que eu trabalhava, que, por conta do COVID decidiu só manter os funcionários essenciais. Obviamente que eu não sou essencial e fui afastada. Agora, além de gorda, inútil e burra, também sou financeiramente dependente dele. Nem o salário terrivelmente baixo que eu recebia eu tenho mais para ajudar com as despesas (que eu mesma gero).
Ele, sempre paciente, diz que está tudo bem. Diz que segura as pontas, para eu aproveitar esse tempo e procurar um curso online e me relançar no mercado quando a quarentena acabar. Ele banca. E essas palavras me cortam por dentro, porque com que cara eu vou falar pra ele que não tem absolutamente nada que eu queira fazer? Que quando eu acordo de manhã, o simples pensamento de levantar da cama me faz querer morrer? Que o ponto alto do meu dia é quando eu vou dormir e passar horas desacordada??? Eu não tenho mais energia, minha cabeça dói o tempo todo, preciso fazer pausas enquanto faço as tarefas domésticas ou não consigo continuar. Não posso falar nada disso pra ele pois ele já perdeu tempo demais lidando com a minha bullshit no passado e tem uma fucking pandemia acontecendo no país, que é muito mais urgente.
Eu só queria poder retribuir um milésimo de tudo o que ele fez por mim. Eu só queria não ser um peso na vida do homem que eu amo.
Eu vejo essas esposas modelo e me sinto tão absolutamente aquém. Eu só queria conseguir fazer coisas simples, sabe? Basicas. Não precisa ser nada de grandioso no começo. Pintar minhas unhas, por exemplo, essas mulheres sempre tem unhas tão compridas e bonitas... Mas, nem isso eu consigo fazer. As minhas são roídas e horrorosas.
Queria poder receber ele em casa com um jantar balanceado e saudável todos os dias. Mas, não consigo manter minha dieta nem por 2 dias consecutivos.
Queria manter a rotina de limpeza da casa, passar roupa, cuidar dele como ele sempre cuidou de mim. Mas não consigo manter, me desinteresso, passo um dia na cama e os outros já estão perdidos depois.
O fato é que estou cansada de tentar e fracassar toda vez. Devo ter algum problema psicológico ou um retardo mental que me impede de fazer melhor.
Eu já pensei diversas vezes em deixá-lo, porque, certamente ele conseguirá me substituir por alguém melhor, mais atenciosa, mais presente. Alguém que não seja um atraso. Sei inclusive de mulheres do hospital em que ele trabalha dando em cima dele. Eu fico brava e com ciúmes, mas, ao mesmo tempo sou tão insuficiente que penso: será melhor não deixar acontecer?
Mas, a verdade é que sem ele eu perderia a única coisa que fiz certo na minha vida. Eu nem teria pra onde ir pois não tenho família nem dinheiro. Estaria literalmente na rua. Que patético, né? Em pleno século 21, depois de tantos direitos conquistados por mulheres que vieram antes de mim, meu maior feito na vida foi ter casado com um homem bom... E não merecê-lo. Não consegui conquistar nada por mim mesma.
Se eu tivesse vergonha na cara daria um fim nessa vida miserável e parava de ser um peso morto (rsrs sacaram? é pq eu sou gorda também)
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2020.02.15 00:17 aldelator Eu sou um Delator?

Olá Reddit. Espero que quem esteja lendo isso esteja muito bem.
Eu tenho relatos de alguns eventos que eu considero interessante compartilhar com vocês. É algo que já faz um tempo que vem martelando na minha cabeça. Espero que gostem. Isso não é ficção, é um fato real que aconteceu e eu não sei como reagir a isso.
Saindo do Ensino Médio, eu tinha em mente seguir a profissão de *****. Naturalmente, precisaria fazer uma Faculdade. Com os conselhos dos meus pais, eles me orientaram a fazer o curso que eu queria na faculdade *****. O que eu não sabia, era que esse local era mantido por uma instituição que por fins de entretenimento, eu vou me referir como Umbrela Corporation. Pois bem. Eu não tinha muita noção do campo de trabalho da minha profissão e muito menos do mercado de trabalho para essa profissão. Entrei para esse mundo pois era o meu sonho de infância e devo dizer que estou bem satisfeito em ter escolhido essa profissão. A minha faculdade era um local ótimo, acolhedor, com muitas pessoas dispostas a te ajudar e orientar. Com o passar do tempo, cada vez mais este lugar foi crescendo em meu coração e eu já me referia a Faculdade como Segunda Casa.
Eu me considero um bom aluno. Sempre me comportei corretamente, tirava notas boas e fiquei sem dependências. Os professores me adoravam e eu era muito querido. Os únicos problemas que tinha, eram as tradicionais rixas do período noturno com diurno e vice-versa. Esta faculdade, tinha um grupo estudantil liderado por alguns alunos, que eram considerados como modelos dentro da faculdade. Eu mesmo fui convidado e participei de uma reunião desse seleto grupo. Não fui em outras porque não aguentava os puxa sacos do professor que era responsável pelo grupo. O que os alunos deste grupo têm em comum, é o fato de todos, ostentar com o maior orgulho a bandeira da Faculdade e da Umbrela Corporation. Vestiam o uniforme em ocasiões sociais fora do horário escolar, postavam sobre o lugar nas redes sociais falando o quão maravilhoso era estudar no local x.
Nunca fui de ficar fazendo propaganda e sempre achei esse amor estranho e um pouco sei lá, estranho. Mas mesmo assim eu adorava o lugar e gostaria muito de fazer a minha carreira dentro da Umbrela Corporation. Era o meu sonho. Passei a notar, que os alunos do grupo já mencionado, recebia alguns benefícios como bolsas de estudo e até intercâmbios. Isso causava um mal-estar entra aqueles que não eram contemplados e aqueles que eram. Surgiram as acusações de puxa saquismo, favorecimento, brigas e etc. devo dizer que fui conivente com a situação pois não tive voz ativa nesse debate (e também fui um dos contemplados pela bolsa de estudos).
O fato, é que no último ano da faculdade eu fui escolhido para trabalhar na Umbrela Corporation. Ou seja, o meu sonho tolo seria realizado. Fiz a entrevista, e chorei quando não soube que seria ter uma vaga para mim, visto que eu já estava no final do curso, e eles preferiam dar prioridade para quem tinha mais tempo pela frente. Aqui eu vou salientar o quão eu estava emocionalmente investido neste lugar. A faculdade era a minha vida e a minha casa, trabalhar na Umbrela e ser um Executivo da empresa era o meu sonho. Eu já trabalhava em um outro lugar muito bom, porém era um contrato de 2 anos sem a possibilidade de efetivação. Eu estava preocupado e não sabia o que fazer porque tinha medo de terminar a faculdade e ficar desempregado (mesmo tendo boas indicações, bom currículo e bons precedentes).
O alívio veio quando recebi um e-mail dizendo que havia sido selecionado! Que alegria! O começo da carreira no lugar que eu amava. Logo na primeira reunião eles já apresentaram o plano de carreira e eu fiquei muito contente com a possibilidade de subir na corporação. Isso já fez eu odiar o lugar onde anteriormente eu tinha trabalhado (que não apresentava essa opção de subir). Nos primeiros meses a minha sensação era de que eu trabalhava no melhor lugar do mundo. Reuniões constantes, sempre perguntavam a minha opinião e o que eu achava, diferente do meu trabalho anterior, onde só era dito o que eu precisava saber e pronto. O que eu passei a notar, era a insatisfação de alguns funcionários que já estavam dentro da empresa a algum tempo. Sem falar no fato de que eles pareciam muito cansados. Entendam que eu era estagiário, e obviamente e fazia uma carga de 30 horas semanais. Esses funcionários trabalhavam 44 horas, sem mencionar o fato de que havia escalas para Domingo. Eu ignorava esses relatos pois eu estava contente e fiquei mais contente ainda quando alguns colegas de sala entraram na empresa também.
O trabalho era puxado e com o passar do tempo isso começou a refletir na minha saúde de uma maneira geral. Eu estava de manhã, e começava a trabalhar no começo da tarde. Então eu saia da faculdade e ia para a Umbrela. Só ia para a casa para dormir. Comecei a apresentar sintomas de Síndrome de Burnout. Não fiz muito alarde disso pois temia ser taxado como fraco ou incapaz. Fazia o meu melhor sempre, e fui ganhando certo destaque. O meu desejo era ser efetivado na empresa, porém novamente comecei a notar uma certa preferência por aqueles alunos-propaganda. O coordenador gostava de mim porque eu era bem crítico e sempre tinha um posicionamento assertivo nas decisões. Costumava a apontar os erros da empresa e onde ela poderia melhorar. Com isso fiquei incumbido de achar soluções para esses problemas e relatar aos superiores, algo que me deixou contente (e sobrecarregado)
As coisas começaram a ficar estranhas quando várias demissões seguidas foram acontecendo dentro da Umbrela. Pessoas pedindo para sair, outras sendo mandadas embora sem aparente justificativa. Eu sei que demissão é algo normal dentro de uma empresa, mas eu percebia que os Coordenadores tentavam maquiar a situação. Porque fulana foi fazer Medicina por isso ela saiu. Foi a justificativa de uma demissão. O que não faz total sentido. A pessoa se forma dentro do lugar, consegue trabalhar lá e do nada vai tentar outra profissão? Pode até ser possível, mas pouco provável.
Comecei a suspeitar ainda mais quando reparei que um dos Chefes do lugar, lançava olhares, devo dizer, lascivos? Nojentos? Com certeza nojentos para uma das minhas amigas que era muito bonita e muito simpática, enquanto ela conversava com um Coordenador. Foi horrível. Parecia que ele queria engolir a minha amiga viva. Tudo ficou pior quando ela foi cumprimentar ele. Eu já tinha notado esse tipo de comportamento antes entre alguns Supervisores, mas nada nesse nível. A verdade é que esse tipo de coisa por mais absurdo que soe, é considerado normal dentro do meu ramo.
Percebi que os Coordenadores encorajam a Doutrinação dos alunos da faculdade que entravam dentro da Umbrela, recompensando-os enormemente. Inclusive havia um grupo de alunos que durante as aulas, ostentavam com orgulho o uniforme da empresa.
Eu estava me sentindo preso. Queria continuar os estudos e fazer pós-graduação na Capital para expandir meu Networking, porém fui coagido ao meu Coordenador a continuar estudando na faculdade. O que eu achei estranho. Pensei que eles queriam funcionários empoderados e cada vez mais qualificados. Com o passar do tempo e essas situações acontecendo eu estava ficando cada vez pior. A gota da água foi quando tive uma crise de ansiedade por causa do estresse. Acabei pedindo para sair da Empresa. E aí que as coisas ficaram mais estranhas.
Meu coordenador tentava tirar respostas de mim do porquê de eu sair e se recusava a assinar os papéis. Eu contei a ele que saí pois estava tentando ser concursado e queria tempo para estudar. Algo que ele desaprovou. Ele disse que não valia a pena estudar para concurso e que eu deveria repensar esta decisão, pois a Umbrela proporcionava tudo para o meu crescimento e que seu saísse iria ser difícil conseguir um cargo bom igual o que eu tinha.
Ele estava certo e errado. Entendam que a Faculdade e a Umbrela são MUITO influentes na minha cidade, então eles têm os seus braços em tudo. Eu sabia que a possibilidade fora dessa empresa, era ter um emprego mal remunerado com uma carga horária grande. Por isso eu queria partir para Concurso Público. Queria estar livre daquele lugar. No final ele acabou assinando meu desligamento, mas ainda com dúvidas, ele comentou com o diretor da faculdade que veio conversar comigo. Como eu era bastante querido por todos, o meu súbito desligamento foi mal recebido, e os Coordenadores e Supervisores tentaram maquiar a situação (como sempre faziam). Para o meu Diretor eu contei tudo que havia testemunhado e visto e ele entrou em choque. Ele disse que eu fiz a coisa certa em sair, para poder melhor meus pensamentos. Os 2 últimos meses na faculdade foram horríveis.
Parecia que o lugar que eu tanto amava, estava me rejeitando. Me segregando. As pessoas olhavam para mim com pena e isso fez muito mal para mim. Com muita ajuda da minha família consegui dar a volta por cima.
Com o passar do tempo, os meus temores sobre a política da empresa se tornaram cada vez mais certos. Os alunos queridos que faziam propaganda, foram contratados para a Umbrela, e o restante que não foi, ficou à mercê das indicações do meu Coordenador. Eu percebi que essas indicações eram para lugares muito piores que a Umbrela, e que assim que surgisse uma vaga dentro da empresa, essas pessoas iriam correndo de volta a Umbrela, como se fosse o melhor lugar do mundo. A insatisfação dentro da empresa era grande, mas eles tentavam de tudo para ficar como bons moços.
Resumindo, esta empresa utilizou sua influência para dominar a cidade. Os melhores alunos entram dentro da empresa, mas são limitados a questão ao seu crescimento profissional. Não podem fazer cursos e especializações fora da Faculdade. E quem não entra na empresa é considerado como lixo e fica com subempregos, má remuneração e etc...
Eu me senti muito mal em sair, pensando que eu estava errado. Mas eu notei que fiz a coisa certa em sair. Hoje estou noivo e sou concursado público. Vou me casar em setembro.
Escrevi esse relato para incentivar as pessoas para se atentaram a Doutrinação dentro de seus locais de trabalho. LIBERTEM-SE! Busquem o melhor para suas vidas e não o bem de uma empresa. Se estiver sentindo mal ou sobrecarregado, não esconda, não abafe, FALE e LIBERTE-SE!
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2019.10.25 15:29 zandkal Família Real. Procede?

✔Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris. ✔A ideia do Cristo na montanha do Corcovado partiu da Princesa Isabel. ✔A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos os imóveis da família. ✔D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos. ✔D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente. ✔A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil. ✔D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes. ✔D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga. ✔ Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época. ✔ Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los. ✔Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista. ✔D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições. ✔Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos. ✔ Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica. • Quando D. Pedro II do Brasil subiu ao trono, em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta. Em seu último ano de reinado, em 1889, essa porcentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo a educação, a construção de faculdades e, principalmente, de inúmeras escolas que tinham como modelo o excelente Colégio Pedro II.
• A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial apenas com a ajuda de uma empregada (paga com o salário de Pedro II).
• (1880) O Brasil era a 4º economia do Mundo e o 9º maior Império da história.
• (1860-1889) A média do crescimento econômico foi de 8,81% ao ano.
• (1880) Eram 14 impostos, atualmente são 98.
• (1850-1889) A média da inflação foi de 1,08% ao ano.
• (1880) A moeda brasileira tinha o mesmo valor do dólar e da libra esterlina.
• (1880) O Brasil tinha a segunda maior e melhor marinha do Mundo, perdendo apenas para a da Inglaterra.
• (1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
• (1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de ferro do Mundo, com mais de 26 mil km.
• A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador. "Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia.
• O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
• Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.
• Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
• A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
• D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exílio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.
Fonte: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Diário de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petrópolis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ, Bibliografia de José Murilo de Carvalho.
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2017.12.22 17:59 LFrancis Dicas para comprar notebooks

Fala Bredittors, como estão? Meu antigo notebook foi para o saco, e como tinha uma graninha guardada, decidi investir em uma máquina para aguentar bem os 2 anos que ainda tenho de faculdade. Como o /brasil está recheado da galera de TI, cenho pedir-lhes ajuda com algumas dúvidas que fiquei, para evitar que eu faça um investimento ruim.
Ainda lendo sobre os "notebooks gamer" e me interessei por dois modelos: MSI Leopard e o Samsung Odyssey. Apesar de algumas boas reviews, vi que muitos dizem que essa combinação não vale a pena. Li que este tipo de setup aquece além da conta, e acaba "fritando" o HD rapidamente, deixando a vida útil do note curtíssima.
Isso é verdade? Qual indicação vocês me fazem?
Gostaria muito de uma máquina que conseguisse entregar uma boa velocidade por um bom tempo, já que os últimos que comprei duraram no máximo 2 anos. Apesar de querer um computador que dê para rodar alguns jogos, estou disposto a abrir mão disso para ter uma máquina que dure muito (li que talvez um macbook seja ideal para este fim).
E ai, qual a opinião de vocês?
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2017.04.13 16:07 1984stardusta Alienação parental

O SILOGISMO SOFÍSTICO DO ABUSO SEXUAL TRAVESTIDO EM ALIENAÇÃO PARENTAL
 Silogismo, conceito filosófico, é um modelo aristotélico de raciocínio lógico baseado na ideia de dedução. Como todos sabem, ele é composto por duas premissas e uma conclusão deduzida. Muito usado no Direito, baseia a Jurisprudência, dando sustentação à ideia de igualdade de direitos para todos. No entanto, o silogismo pode levar a um erro. Outra figura filosófica, o Sofisma, pensamento que se utiliza do raciocínio lógico dos três elementos do silogismo para induzir ao erro, a uma falsa conclusão sem perder a lógica, com a intenção de enganar. 
O calo social, pai é pai, é outro sofisma que conduz a desastres psicológicos quando ignora a diferenciação entre titularidade, hoje muito diversificada e função. É a função que é rasgada quando de um abuso sexual contra um filho ou filha. No discurso psicojurídico esta diferença é negada. E ainda, o pedófilo é um psicopata. E como tal, tem uma enorme capacidade de convencimento, é exímio manipulador. É uma pessoa acima de qualquer suspeita posto que tem uma divisão em sua mente, e gerencia com muita habilidade esta cisão, diferente dos psicóticos que são regidos por ela. Sedutor por natureza, o psicopata está sempre atento a todos os detalhes, tendo plena consciência do crime que está cometendo, mas sem sentir nenhuma culpa.
Ao contrário do que parece, não é o prazer sexual que o move para praticar o abuso. É o prazer pela Síndrome do Pequeno Poder, da dominação absoluta do outro, do desafio da prática da transgressão secreta, do êxtase de enganar a todos.
Este perfil é mais um complicador que é evitado nas avaliações destas queixas. Em lugar de examinar o pai suspeito, é feita acareação, lembrando porões, para depois afirmar, pelo uso do olhômetro, que não houve abuso porque a criança sentou no colo do pai.
Mais uma vez temos um grave Silogismo Sofístico. Claro que a criança pequena continuará a sentar no colo do pai abusador, não se pode esquecer que as práticas de abuso excitam as crianças e lhes deixam uma mistura de sensação prazerosa única, e culpa. A criança ama e obedece ao abusadopai. Portanto este olhômetro é um sofisma que vem baseando o argumento de laudos periciais, todos não protocolares, recheados de achismos e silogismos sofísticos.
 A tão aludida Alienação Parental da mãe, isto é curioso porque hoje este conceito pertence ao gênero feminino apenas, tem sentenciado a totalidade dos processos de abuso sexual intrafamiliar. E tem cometido a aberração do afastamento do convívio da criança com sua mãe. 
A perda da guarda está banalizada, num tempo em que se funda a importância do convívio compartilhado com pai e mãe. O caso da menina Joanna Cardozo Marcenal Marins é emblemático. Atendendo ao pai que alegava Alienação Parental, foi tirada a guarda da mãe, ordenado seu afastamento absoluto por 90 dias, e a menina foi assassinada pelo pai e madrasta no primeiro mês do prazo deste despacho.
 A Alienação Parental não precisa ser muito provada. Alegações verbais, pequenas manobras de autoalienação, já apontada como ponto a ser verificado com cuidado por Maria Berenice Dias em seu livro “Incesto e Alienação Parental”, fazem o argumento que pode levar a este desfecho. Esta autora chama a atenção para o uso de falsa alegação de Alienação Parental como manobra para se tornar vítima através da Alienação Auto Infligida. Mas, da alegação de abuso sexual é exigida prova de materialidade, o que destituiria este crime de sua essência, o crime às escuras. Maria Clara Sottomayor, desembargadora em Portugal, autora de vários títulos sobre Direito da Criança, contesta o conceito de Alienação Parental, que, aliás, não tem base científica. Ela compreende o período que se sucede à separação do casal como um processo de luto que tem sua própria duração de tempo, e que se desfaz, naturalmente, à medida que os dois do casal refazem suas vidas afetivas. Ela também faz uma classificação das ocorrências de Alienação Parental. Os critérios diagnósticos da S.A.P. precisam distinguir a Alienação Adaptativa da Alienação Patológica, a Alienação Justificada da Não Justificada, para evitar ignorar as causas da Alienação. Por exemplo, a Alienação Parental Justificada, quando, sob o tempo da Justiça e todos os seus prazos e recursos, um pai é nefasto para a criança, por qualquer tipo de violência com ela praticada, é uma maneira encontrada pela mãe de alertar a criança para o uso da sedução que ele faz. Vale trazer aqui o criador do conceito: Richard Gardner. Prestando trabalho voluntário na Universidade de Columbia, defendia homens acusados de violência doméstica e abuso sexual contra filhos. .Forjou o conceito e com o seu uso ele, desacreditando a criança, inverteu as posições de vítima e algoz e passou a fazer sucesso, o que lhe rendeu ganhar o título de professor convidado. Gardner pensa como pedófilo e escreve: “as atividades sexuais entre adultos e crianças são parte do repertório natural da atividade sexual humana, uma prática positiva para a procriação, porque a pedofilia estimula sexualmente a criança, torna-a muito sexualizada e a faz ansiar experiências sexuais que redundarão num aumento da procriação”, em seu livro “True and False Accusations of Child Sex Abuse”, pp. 24-25. Palavras dele. Estas e muitas outras com este mesmo teor. E este conceito, forjado por alguém que assim pensa, está consagrado e é hegemônico e dogmático entre nós. 
Gardner, idolatrado entre nós, diante do apelo de ganhar os processos destes homens violentos e estupradores dos filhos, criou pelo descrédito na criança, a inversão de posições vítima e algoz, atribuindo esta última à criança de 03, 04, 05 anos.
Excluiu a criança, desqualificando sua voz. O foco passou então a estar no pai, que vitimizou, e na mãe que demonizou. 
Combinou esta manobra sofística, em que usa o mecanismo de defesa do ego da projeção, primário, com a “terapia da ameaça” a que a mãe é submetida para engessá-la e dissuadi-la de qualquer maneira da busca de proteção e dignidade de seu filho ou filha.
 A mãe é ameaçada. Ameaça de perda da guarda, ameaça de punição financeira, ameaça de afastamento total de convívio com a criança. É incrível como operadores de Justiça executam com tanta habilidade esta terapia da ameaça em tempos em que se luta por cidadania, sem se dar conta do comportamento 
que estão tendo. E pior, como estas ameaças tem se concretizado, sem nenhum cuidado as sequelas causadas, destruindo crianças e mães.
 A terapia da ameaça faz parte de sistema repressor de controle absoluto. Está embebida da matéria prima que rege o pedófilo, o medo, a intimidação, a dominação perversa. Para avaliar o discurso e o comportamento de uma criança que revela um abuso sexual intrafamiliar, o profissional há que se capacitar especificamente, e da maneira mais adequada e qualitativa, seguindo protocolo, métodos e técnicas, com rigores das Ciências Humanas. Ocorre que, além de ser muito mais difícil de suportar do que atribuir uma prática de Alienação Parental, a capacitação faz com que o profissional entre em contato com a pior das perversões. A pedofilia é uma compulsão, repetitiva sempre, da ordem dos comportamentos sub animais. O descrédito na fala da criança é patrocinado pele ausência de capacitação técnica dos profissionais que deveriam auxiliar com esclarecimentos e indícios os processos que buscam proteção para a criança. Quando não estamos capacitados a ver e ouvir, tudo pode ser falado ou mostrado, mas não conseguimos enxergar. Neste cenário, o “melhor caminho” para esta negação de fatos horrorosos é a Cegueira Deliberada, hoje endêmica, que entra no lugar da Responsabilidade Empática. Urge buscá-la para garantir o Direito à Dignidade da Criança. A Childhood Brasil desenvolveu um método baseado em estudos científicos, a “Escuta Especial”. O cuidado com o discurso da criança, a atenção com a disposição até dos móveis na sala, a escolha da sequência de perguntas, o respeito através da ausência de afronta e dúvida, o cuidado com o profissional que toma o depoimento da criança atingido pela escuta por esta barbárie, a entrada do MP na vida da criança, são elementos fundamentais para se cumprir o Princípio do Melhor Interesse da Criança, hoje tão esquecido e contrariado. O registro audiovisual e a parede de espelho unifacial são recursos de tecnologia a favor da não revitimização por repetição infindável de oitivas, deixando à mostra a expressão corporal da criança, e tornando a oitiva viva e 
observável por todos os Operadores do processo.
 Mas a resistência ao uso destes instrumentos favoráveis à criança é enorme. É uníssona a preferência dos profissionais pelo Poder da interpretação pessoal que ignora a metodologia e a técnica científicas, e o Protocolo, uma unificação de linguagem. Em 2014, a escuta de crianças e adolescentes em situação de violência sexual, lançava diretrizes para Consolidação de uma Política Pública do Estado Brasileiro, e teve como parceiros o Tribunal de Justiça de São Paulo, a Escola Paulista de 
Magistratura, a Escola Judicial dos Servidores S.P., o C. N. J., UNICEF, o National Children’s Advocacy Center, a Secretaria de Reforma do Judiciário, a Secretaria de Direitos Humanos, o Ministério da Justiça, e a Universidade Católica de Brasília
 Tive a honra de estar lá a convite da Childhood, e testemunhar este passo qualitativo na Proteção de Crianças e Adolescentes. E o mais importante: eram desembargadores, 
juízes, promotores, defensores, advogados, comprometidos com a criança. Comprometidos. Senti-me alimentada pela esperança.
Esta instituição, a Childhood, havia instalado uma unidade, já em funcionamento em Pernambuco, com a metodologia e a técnica da melhor qualidade, inclusive com o uso de Protocolo. Mas, pouco se sabe sobre isto, não interessa aos adeptos da Doutrina 
da Alienação Parental, e a implantação de um modelo que segue um Protocolo é pouco aceito. Haja vista a instalação de Salas de Depoimento Sem Dano em todas as Comarcas do Rio Grande do Sul, e que tem um uso em torno de 10%, por resistência à pequena grande mudança, informação falada em voz baixa.
No ano passado, 2015, mas só agora divulgado, a Comissão de Eutanásia da 
Holanda concedeu autorização deste procedimento a uma mulher de pouco mais de 20 anos, fato agora divulgado. Ela tinha sido estuprada dos 05 aos 15 anos. O pedido do procedimento foi concedido após ela ter se submetido à terapia intensiva, por anos, e ter sido avaliada por uma junta médica que atestou que ela estava em plena lucidez, no controle de suas faculdades mentais. Apenas, e tão somente, ela não estava suportando mais as doenças psicológicas destas memórias.
 Não nos cabe trazer à baila aqui a eutanásia, a junta médica, ou a desistência desta jovem. Como resultado do abuso, ela sofria de estresse pós-traumático, anorexia severa, depressão crônica e alucinações. Doenças diagnosticadas como incuráveis pela junta médica em três avaliações. A dor diuturna profunda e silenciosa que desenhava seu sofrimento na deformação do corpo pela anorexia, que sentia a tristeza do holocausto subjetivo, e que alucinava retornando à cena da opressão dos abusos, foi insuportável durante toda a sua curta vida. Exatamente o que temos afirmado há anos pela experiência clínica com inúmeros sobreviventes do incesto e do abuso intrafamiliar. A dor psicológica, pela primeira vez, foi dimensionada respeitando-se os limites humanos, e foi reconhecida pelos médicos como tão insuportável quanto uma dor neoplásica de um paciente terminal que fundamenta as autorizações deste procedimento nos países em que a eutanásia é legalizada. O abuso sexual é uma tatuagem na alma de meninos e meninas. Algumas vezes, a 
violência, não pela força, mas pela crueldade ao tatuar, que o requinte da perversão adquire dimensões inimagináveis, causando uma infecção crônica nesta tatuagem que dói e sangra sem parar. Provável ter sido o caso desta sempre corajosa menina holandesa. Ursos não são estrelas!
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2015.08.14 22:15 Paralelo30 Comando empresarial e de jovens liberais dá o tom nos protestos anti-Dilma - Valor 18/08

A mobilização é de massa. Mas a organização vem da cabeça de poucos e contradiz estereótipos associados a protestos de ruas no Brasil. O ideário é liberal e tem como carro-chefe - além do discurso anticorrupção, anti-PT e anti-Dilma - a defesa de um Estado desinchado e de políticas pró-mercado. No comando do movimento, nada de megafones empunhados por sindicalistas ou estudantes ligados à esquerda. À frente das manifestações convocadas para o domingo estão grupos liderados por empresários e jovens liberais que aprenderam a agitar a população pelas redes sociais e a concorrer com os ex-donos absolutos das ruas: Lula e o petismo.
Entre os três principais grupos que encabeçam os protestos - e que pretendem repetir as mobilizações de março e abril - o Vem Pra Rua (VPR) é o mais organizado e centralizado. Tem uma estrutura que se vê como empresarial, baseada em organograma, mas cuja disciplina lembra a dos velhos partidos de esquerda.
Do topo - um núcleo duro de cinco pessoas - emanam as principais diretrizes que se espalham para toda a cadeia, em pirâmide. Um segundo escalão, de 25 pessoas, executa as decisões do comando dentro de suas áreas. Há ativistas especializados em segurança, conteúdo, mídia digital, captação de recursos e até relações institucionais, para atender ao interesse despertado em entidades de classe como associações de médicos, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Cada uma dessas 25 pessoas é responsável, ainda, por pelo menos dois grupos de WhatsApp, no total de 53 coordenados oficialmente pelo Vem Pra Rua. São espécies de olheiros, que tomam conta do teor da discussão e ficam atentos a participantes inconvenientes. Nesse terceiro escalão, cerca de 4.200 pessoas estão diretamente ligadas ao movimento, com uma média de 80 pessoas para cada grupo temático de WhatsApp, que pode ser profissional - como o de advogados - ou regional, de moradores do Rio, de Brasília ou do Nordeste, por exemplo.
Pelo aplicativo de mensagens instantâneas, o Vem Pra Rua atinge mais 19 mil pessoas cadastradas numa espécie de mala direta via celular. Até esse quarto nível da pirâmide, o movimento tem o controle de seu discurso, que passa por um meticuloso padrão de qualidade. Nada de impulsividade ou improvisos de militantes radicais.
O núcleo duro decide "a grande agenda" dos próximos dias. Na quarta-feira, por exemplo, o tema mais debatido pelo comando central do movimento era a aproximação entre o presidente do Senado, Renan Calheiros, e a presidente Dilma Rousseff. Ainda não havia consenso se Renan deveria ser alvo de críticas durante as manifestações. Decididas a pauta e a mensagem para a mobilização, o conteúdo do Vem Pra Rua segue para a revisão - para que não haja erros de português - e então o segundo escalão de 25 pessoas o replica pelo WhatsApp e as demais redes sociais, como Instagram, Twitter, You Tube e Facebook, no qual reúnem 600 mil seguidores.
Porta-voz do movimento, o empresário Rogério Chequer, 47 anos, é a figura de frente do Vem Pra Rua, que se distingue por ser o mais moderado e intelectualizado dos três grupos que lideram as manifestações contra o governo federal. Seu público é mais velho, mais de 80% estão acima de 35 anos, enquanto o Movimento Brasil Livre (MBL) tem maior penetração entre os jovens e apela a um discurso mais inflamado, que pode bater tanto no governo quanto na oposição. Ambos surgiram no ano passado: o VPR no começo da campanha eleitoral - ainda denominado Basta - e o MBL em 1º de novembro, logo depois da vitória de Dilma. Mais antigo, o Revoltados On Line (ROL) é de extrema-direita, tem discurso raivoso e defende a intervenção militar.
Com fala articulada, ponderada, Rogério Chequer está longe, em ideologia e estilo, desse grupo mais radical. Engenheiro de formação, já trabalhou no mercado financeiro, é dono da Soap, uma consultoria de comunicação para executivos, e defende a menor intervenção do Estado na economia. Em sua opinião, as manifestações refletem um momento diferente da democracia brasileira e mostram que os empresários ganharam um novo papel de liderar a sociedade - nas ruas, antes um espaço de reivindicação mais associado às causas dos trabalhadores e da esquerda. "É um movimento de profissionais liberais, médicos, advogados, executivos, desempregados, donas de casa. Há empresários que estão abdicando de administrar seus negócios e que têm filhos que não estão contentes", diz, numa referência ao pouco tempo que tem restado para a família.
Chequer afirma que o trabalho é voluntário e não há financiamento de grandes empresas, mas "de pessoas que têm empresas". A captação de recursos se dá num rol de cerca de cem pessoas, que contribuem com R$ 50 até R$ 1.000 e conta ainda com a venda de camisetas.
O Vem Pra Rua - assim como os demais movimentos - nega que esteja a serviço de qualquer legenda política. "Já encontramos todos os partidos de oposição, mas não existe preferência. Nunca conseguiram demonstrar esta relação. É um movimento da sociedade. O PSDB decidiu apoiar por conta dele, sem ciência nossa", afirma.
Um dos líderes do Movimento Brasil Livre, o microempresário Renan Santos, 31 anos, chega a criticar grandes medalhões tucanos, como o senador Aécio Neves e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. "Não posso tecer elogios a Aécio. Tem mais foco nos interesses eleitorais dele. Não é um estadista. A única coisa que pedimos é que pelo menos fique quieto, não atrapalhe. Vá jogar golfe com [o ex-jogador de futebol] Ronaldo. Não encha o saco", ataca o ativista, para quem Alckmin seria omisso. "Ele comanda o segundo maior orçamento do país, é governador de um Estado que repudia majoritariamente o PT. E acha que esse estilo 'come quieto' dele engana alguém", afirma.
O motivo da bronca é a falta de comprometimento maior do PSDB com a tese do impeachment, bandeira central do movimento. Em maio, o MBL realizou uma "marcha pela liberdade" de São Paulo até Brasília, onde esperava ouvir que os partidos de oposição entrariam com o pedido de afastamento - o que não ocorreu.
O estilo inflamado dos jovens do MBL contrasta com a moderação do Vem Pra Rua, bem como a organização, mais descentralizada e inspirada nas práticas das redes sociais. A base da direção nacional, que tem 13 pessoas, fica no escritório da empresa de start up de mídia digital que Renan montou com o irmão, no ano passado, em São Paulo. O primeiro trabalho foi a campanha de um candidato a deputado estadual, Paulo Batista (PRP), cujo mote era a ideia de um político dotado de um "raio privatizador", disparado pelos olhos. "Foi um laboratório para divulgar ideias liberais, e transformar um conceito demonizado em algo leve e divertido, que pudesse viralizar nas redes", afirma. O candidato, porém, teve 16.853 votos e não se elegeu.
Renan diz se inspirar na estética e na forma de se comunicar de seus antagônicos ideológicos. "A esquerda sempre compreendeu muito bem o poder da linguagem, domina a cena cultural. Artistas, que são formadores de opinião, defendem ideias de esquerda até sem saber, instintivamente. O meio é tão importante quanto a mensagem", argumenta.
O ativista e quase metade de seus colegas de movimento largaram a faculdade. É o caso de Kim Kataguiri, 19, que abandonou o curso de economia; Alexandre Santos, 26, que não completou cinema; e Fernando Holiday, 18, que fazia filosofia e polemizou com o movimento negro por ser contrário e ter preferido não se beneficiar do sistema de cotas.
Renan diz que o grupo não é de direita e não se qualifica ultranacionalista, ultraconservador ou pró-militarista. "Não me considero parte dessa turma. Somos liberais ou social-liberais", afirma. O ativista diz que desistiu de concluir o curso de direito na USP porque o considerava "um lixo", embora não fosse ruim o então professor de teoria geral do Estado, Ricardo Lewandowski - atual presidente do Supremo Tribunal Federal. "Mas não dava para ouvir um professor de direito trabalhista criminalizar o empresariado ou o tributário dizer que nosso sistema de impostos é justo. Não é um lugar aprazível para um empreendedor. Mark Zuckerberg [criador do Facebook] seria um funcionário público se vivesse no Brasil", diz.
O mundo das redes sociais, aliás, é o modelo de interação do MBL. Além das 27 "filiais" - ou núcleos de trabalho - estaduais, o movimento tem 173 círculos comunitários, ou células. "São redes colaborativas, não necessariamente hierarquizadas, mas que já derrubaram um prefeito no Amazonas", diz Renan, que ressalta que o MBL nos municípios não tem "chefão local" ou ligação com partidos políticos.
A atuação política é relativamente autônoma. Mas os grupos locais devem manter a logomarca, a identidade visual e os valores da direção nacional. Renan conta que em São Paulo serão gastos R$ 18 mil para o protesto de domingo. Mas que há grupos regionais, como os de Goiás e da Bahia, mais ricos que o nacional.
Entre os projetos do MBL, está a montagem de um banco de projetos de leis para influenciar políticas municipais em áreas como educação, saúde e urbanismo. Questionado se o movimento pretende se transformar em partido, Renan diz que há uma grande barreira de entrada, mas ressalva: "A gente não pode negar a política partidária".
http://www.valor.com.bpolitica/4179538/comando-empresarial-e-de-jovens-liberais-da-o-tom-nos-protestos-anti-dilma
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