Coisas para fazer para uma menina

A Webnamorada que destruiu/salvou minha vida.

2020.12.02 02:20 murisaca A Webnamorada que destruiu/salvou minha vida.

Boa noite pessoal ! Tudo suave com vocês ? Hoje eu estou um pouco feliz o que normalmente não é algo que eu sinto, por isso eu quero dividir uma história legal com vocês.. A muitos anos na época do Lendário tumblr eu tinha uma página de comédia, essa página tinha sido criada porquê eu tive um relacionamento com uma garota que amava aquilo e quando ela terminou comigo a única forma de entender como ela se sentia era acompanhar por ali, com o tempo acabei gostando da rede social.. muitos memes de qualidade, aprendi a diminuir meu machismo, preconceitos e conheci pessoas incríveis por lá, entre essas pessoas uma delas foi a Daniella, uma mineira 2 anos mais nova que eu e que tinha acabado de se mudar para Portugal, nós desde o início nos demos muito bem a conversa fluía em um ritmo absurdo e ambos éramos muito curiosos e parecidos, porém com vidas totalmente distintas, eu um moreno gordinho que morava em um bairro periférico de sp e ela, uma menina de família rica que parece a jade picon de olhos castanhos (juro é igualzinha) tentando se adaptar em um novo continente, conversávamos sobre nossas vidas, diferenças culturais e sonhos para o futuro, chegávamos a fazer call de 8 horas conversando apenas assuntos aleatórios, tinha uma química que até hoje eu não sei explicar. Eu sou um cara que quando se trata de relacionamento eu sou 8 ou 80 ou eu considero a menina uma amiga (um homem aos meus olhos) ou é meio que o amor da minha vida kkkk (escorpianos). Como eu enxergava a diferenças absurdas entre nós eu nem tentava nada, mas ela parecia que quanto mais eu a considerava como amiga, mais ela me provocava (MULHERES PORQUÊ VOCÊS FAZEM ESSAS COISAS) aí começou a merda, comecei a gostar daquela desgraçada, e no momento que eu comecei a retribuir as indiretas ela parou 😢, enfim vamos para a parte que ela transformou minha vida. Eu sempre fui muito pobre, estudei em colégio particular porquê tinha bolsa mas sempre sofri bullying a galera me chamava de retardado e por ter uma aparência diferente do padrão branco.. então nunca tive muita expectativa na vida, nem a minha família acreditava em mim, tanto que quando me formei a minha mãe pediu para eu virar entregador de água pois “eu não iria ser nada melhor que aquilo”. Quando eu e a Daniella começamos a nos falar ela começou a me jogar para cima, disse que eu era capaz, disse que acreditava em mim e começou a me ensinar muitas coisas sobre gente rica, assuntos, comportamento, postura e tudo mais, e quando eu comecei a gostar dela, comecei a procurar um trabalho melhor, coisas melhores, comecei a ter um objetivo para alcançar “ir até ela e estar no mesmo nível, em todos os sentidos”. Tudo isso já faz entorno de 5 anos e HOJE eu fui efetivado em uma empresa pica com um salário que eu nunca sonhei em receber e benefícios excepcionais, para vocês terem ideia, eu atualmente com 23 anos to ganhando 3 vezes mais do que o salário com que meus pais me sustentavam a vida toda. A Daniella mesmo ignorando meus sentimentos depois de me “conquistar” ficou do meu lado até mais ou menos 1 ano atrás, ela foi meu porto seguro, minha conselheira e até minha sócia em algumas ocasiões. Até hoje não pude conhecer ela, mas ja tenho o contato de quase todos os familiares dela, a irmã dela se aproximou de mim de tanto que a Daniella falava de mim hahahaha a Daniella hoje Virou aquelas meninas good vibes e é artista de rua em Lisboa, acabamos nos afastando porquê com o tempo as coisas foram ficando difíceis, ela arrumou namorados e rolos e nós mudamos um pouco, já faz 11 meses e 25 dias que estamos afastados mas eu continuo pensando nela todos os dias, e eu tenho muito medo de me reaproximar e virar um cachorrinho por ela de novo. Enfim gente eu tenho muita coisa para dizer e o texto ficou um pouco confuso, mas o ponto é que por mais que digam que todo o potencial ja existia dentro de mim, foi ela quem abriu isso dentro de mim e se eu for colocar na balança, muita gente vai me fazer sofrer por amor, mas eu acho que nunca mais vai ter alguém que mudará a minha vida tão drasticamente então para mim cada momento valeu a pena, eu sinto muita falta da nossa parceria mas a maioria daqui é adulto e sabe que essas coisas acontecem, valeu é nois !
submitted by murisaca to desabafos [link] [comments]


2020.12.01 02:18 whatishouldwrite Comparações

Hoje eu estava no tiktok e vi o vídeo de uma menina que é super esforçada nos estudos. No vídeo, ela postava fotos dos estudos dela, do quarto todo decorado do post it. Bateu uma coisa tão ruim dentro de mim. E, imediatamente, comecei a me comparar com ela. Sei que eu e ela temos realidades diferentes, mas queria ter pelo menos força para fazer a mudança com as armas que eu tenho. Mas acontece que eu estou tão esgotado mentalmente para o vestibular que não posso estudar muitas horas por dia e dar o meu melhor. Culpo-me tanto por isso, meu coração hoje parece que vai explodir de tristeza. Sei que se comparar é algo ruim, mas eu não consigo evitar.
submitted by whatishouldwrite to desabafos [link] [comments]


2020.11.29 02:33 silveringking [Sátira] Masked Frog em o Mistério do Mago Desaparecido

All the world’s a stage,
And all the men and women merely players;
They have their exits and their entrances;
And one man in his time plays many parts[...]
Retirado de "As you like it" de William Shakespeare

Masked Frog em o Mistério do Mago Desaparecido
Cenário: Sala de estar ensanguentada, um mago omnipotente parece ter desaparecido do nosso Universo. Entra Masked Frog um super-herói, uma espécie de híbrido entre um sapo e um humano, que se dedica a resolver crimes no Planeta Terra e no Universo em geral.
Agente Freitas: Ah Masked Frog! Ainda bem que veio nós estávamos todos à sua espera, o Mago Pirilimpimpim desapareceu sem deixar rasto, só o Masked Frog pode resolver o mistério.
Masked Frog: Não se preocupe Agente Freitas, eu estou no caso e não se preocupe também com o seu cancro, acabei de o curar há 30 segundos atrás.
Agente Freitas: Espantoso MF, mas como sabia que eu tinha cancro?
Masked Frog: Fácil eu para além de omnipotente também sou omnisciente. Agora vamos Freitas temos que ir ao Universo 15 procurar o Mago Pirilimpimpim!
Maria: Bernardo, para com esta merda, quem é que pensas que és?
Masked Frog: Desculpe menina, não a vi, quem é a menina?
Maria: Bernardo, já é a terceira vez que isto acontece este mês, nem sei porque te dei uma chave do meu apartamento, tu entras-me pelo apartamento adentro às quatro e um quarto da madrugada num bodysuit verde e uma máscara de Sapo Cocas, gritas “MASKED FROG EM O MISTÉRIO DO MAGO DESAPARECIDO”, declaras que és um hibrido de sapo e homem chamado Masked Frog, declaras que estás num “cenário” ensanguentado e que estás a resolver o desaparecimento de um mago chamado Pirilim-coisa, dás duas estaladas ao Freitas, dizes-lhe que tem cancro e dizes que o curaste há 30 segundos atrás e mandas o ir contigo a um Universo com um número aleatório. É pá ó Bernardo, até podes ser meu cunhado e irmão siamês do meu marido, mas tu precisas de ajuda, tu não bates bem da bola.
Masked Frog / Bernardo: Desculpe menina, posso lhe fazer uma pergunta? Consegue de alguma forma confirmar que o seu marido não tinha cancro há 30 segundos atrás?
Maria: Que caralho de pergunta é essa meu est…
Masked Frog / Bernardo: Desculpe só lhe fiz uma pergunta, CONSEGUE confirmar o que eu disse?
Maria: Não, mas porque caralhos iria isso acontecer?
Masked Frog / Bernardo: Então confirma que não sabe se o seu marido tinha cancro há 30 segundos atrás, certo?
Maria: Sim, mas é óbvio que ele não tinha…
Masked Frog / Bernardo: Óbvio não menina, uma célula no seu marido poderia ter se mutado, ele poderia ter cancro, ainda que por 30 segundos, e eu poderia utilizar a radiação dos meus olhos para curar o cancro do seu marido.
Maria: Tu és doente Bernardo.
Masked Frog / Bernardo: Outra pergunta, a menina sabe o que é um camaleão?
Maria: Toda a gente sabe o que é um camaleão meu burro.
Masked Frog / Bernardo: Então a menina, saberá que um camaleão consegue ver um espectro de cores maior do que o que qualquer humano poderá alcançar. Com a sua visão limitada, através dos seus olhos de humana quem lhe garante que a sua visão do mundo é correta? Quem lhe garante que o mundo à frente dos seus olhos corresponde ao mundo real, quem lhe garante que não vive numa “matrix” e que não se consegue livrar dela?
Maria: Andas a ver demasiados filmes, nem me vou dignar a responder a tamanha bab…
De repente o Mago Pirilimpimpim materializa-se.
Maria: Que raios estás a dizer?
Mago Pirilimpimpim: Depressa Masked Frog, vem comigo, um Dementor está-te a pôr sobre o seu jugo hipnótico. Temos que sair deste Universo imediatamente, caíste numa armadilha Masked Frog!
Maria: Estou, 112? O meu cunhado está a ter um surto, entrou pelo meu apartamento adentro num bodysuit verde e está a falar com uma parede e a chamá-la de Pirilimpimpim.
Masked Frog: Ok entendido Pirilimpimpim, utilizemos o teleporte instantâneo imediatamente.
submitted by silveringking to portugal [link] [comments]


2020.11.29 02:01 BystanderChiasm Desembaralhando meus pensamentos

Bom, acho que é relevante começar o post linkando a esse outro que eu fiz há uns meses. Continuando, a gente saiu, como amigos, e na verdade foi bem mais ou menos, a amiga dela estava junto e eu não conhecia ela. Enfim, com o tempo a gente foi se aproximando, marcamos de fazer tanta coisa juntos, dar beijinhos e tudo mais. Confesso que estava bem feliz por isso, um dia ela até disse que estava gostando de mim, eu não soube reagir bem na hora, mas um tempinho depois eu comecei a retribuir o sentimento. No fim, não adiantou de muito, ela começou a se afastar aos poucos até começar a me ignorar de vez há umas duas semanas. Ela se recusou a dar motivos, obviamente isso mexeu muito comigo e me deixou mal por um tempo. Eu poderia fazer um post de 200 linhas teorizando o porquê disso ter acontecido, mas acho que o melhor é simplesmente tentar deixar pra trás a nossa partição e levar pra vida o que aprendi com ela, não?
Um dos motivos de ela me alegrar muito, era que nós dois somos muito inexperientes no quesito pegação, e era tranquilizador pra mim que eu teria minhas primeiras experiências com alguém como eu, assim descobriríamos juntos o que gostávamos. Afinal, eu tenho 17 anos e sempre fui impedido pelos pais de sair de casa, ir em festas e tudo mais, isso nunca me incomodou muito até o começo desse ano, mas a quarentena chegou então nunca fiquei com ninguém. Claro, conheci muitas meninas pela internet, inclusive fiz amizades incríveis com algumas garotas, e pretendo levá-las pra vida inteira. Inclusive, um dia eu percebi que estava me apegando demais numa dessas meninas, e sabia que ela não queria nada sério, então orei pra conhecer alguém novo e perceber que ela não era tão única quanto meu coração fazia-a parecer. Curiosamente, foi nesse dia que conheci a primeira menina, ela me ajudou com isso, e depois foi embora. É legal como ela parece ter aparecido só pra cumprir essa tarefa.
Enfim, eu conversei bastante com mais pais e ano que vem, após a quarentena, começarei a sair mais de casa, para festinhas, rolês... Vai ser legal, vou poder fazer as coisas que eu me privei de fazer por tanto tempo, aproveitar a adolescência.
Ademais, sei que pra qualquer um lendo esse post isso será bastante confuso, já que eu falei brevemente de muita coisa que eu precisaria de parágrafos pra explicar, e eu não quero consumir o tempo de ninguém. Enfim, eu estou feliz por acreditar que tudo vai dar certo depois de tudo, nessa quarentena pude organizar minha vida e me tornar melhor, uma pena que a pandemia tenha custado a vida de tanta gente, mas acho que consegui tirar o melhor dela.
Bom, o post era mais pra mim escrever meus pensamentos, não sei se alguém vai ler tudo ou desistir por não estar entendo nada (kkkkk), mas enfim. Obrigado por ler, e se você leu, vou continuar minha vida tentando aproveitar os momentos bons e aprendendo dos momentos ruins. Até mais!
submitted by BystanderChiasm to desabafos [link] [comments]


2020.11.28 12:00 LifelessBody Fiz os testes para DSTs

Um tempo atrás vim aqui nesse sub pedir um esclarecimento sobre uma dúvida em relação a uma possível DST que eu tenha contraído.
Boa parte da galera que opnou me recomendou fazer os testes pra garantir. Bem, eu fiz, hepatite B, C, sífilis e HIV. O padrão encontrado em qualquer posto de saúde.
Todos negativos.
Mas lógico, não existem só essas DSTs então me informei com a médica perguntando se eu poderia ficar tranquilo em relação a outras DSTs. Ela respondeu que as outras doenças diferente dessas testadas difícilmente se manifestam sem algum sintoma. E como eu estou bem a probabilidade de ter outra doença é mínima.
Depois de tranquilizado com as doenças só me restou uma resposta para meu post anterior, infelizmente.
Sei que deve ter tido algumas coisas que favoreceram aquela situação, mas sei também que a falta de banho foi uma.
É galera, a menina com quem fui pra cama era uma porquinha sebosa.
submitted by LifelessBody to sexualidade [link] [comments]


2020.11.27 11:42 maurocaa é estranho alguém que você estava praticamente ficando sério terminar com você e continuar falando contigo?

Para contexto, eu sou homem, tenho 19 anos e ela tem também 19 anos (3 meses mais velha do que eu), ambos fazemos faculdade e trabalhamos.
Então, a um mês atrás eu comecei a ficar com essa menina que conheci no Tinder, as coisas estavam ficando muito boas, a gente conversava. o dia todo, saíamos todo final de semana (só dava pra sair final de semana) e o sexo era bom, enfim, eu tava começando a gostar dela e tinha expectativas de um relacionamento e aparentemente ela também, pois ela ficava conversando sobre a possibilidade da gente namorar e tal, ela conheceu a minha família e eu a dela.
Entretanto, a umas 2 semanas atrás ela ficou estressada comigo porque ela teve que mentir para os meus pais por minha culpa (não foi grande coisa, foi apenas que ela disse que iria de uber para a casa dela quando na realidade ela iria de ônibus, tive que dizer isso porque eles iriam ficar insistindo em dar carona quando ela já tinha me dito que não queria), eu me arrependo muito por ter feito ela mentir, ainda mais por algo besta, mas minha relação com meus pais nunca foi muito boa, estou tentando melhorar mas isso leva tempo, então ela decidiu terminar comigo, com a justificativa de que somos muito diferentes e que ela achava melhor nao deixar crescer algo que ela sentia que não iria pra frente.
Na hora fiquei bem triste e nem falei muito, apenas expliquei que eu fui idiota em fazer ela mentir e que nunca tive uma relação muito boa com meus pais, uns dias depois eu fui conversar com ela porque ela tinha esquecido umas coisas aqui em casa e aproveitei pra tentar entender melhor o porque do término, conversamos e ela me disse que ela já tava meio insegura da gente ter algo porque segundo ela a gente era muito diferente e tal, disse que me acha legal etc mas que eu não sou o tipo de pessoa que ela está procurando para ter um relacionamento, que ficou estressada com toda a situação da mentira e que no final eu sou muito novo para o tipo de pessoa que ela curte se relacionar.
Eu fiquei até que feliz por ter conseguido esclarecer um pouco as coisas, mesmo que talvez seja meio genérico o que ela disse.
A questão é, ela continua falando comigo, nao na mesma intensidade e nem como namorados, mas ela responde o que posto no instagram, me chama pra jogar todo santo dia e fala comigo coisas aleatórias de vez em quando, eu não procuro muito ela, tenho medo de me apaixonar por alguém que já deixou claro que não quer nada comigo, mas talvez lá no fundo eu ainda tenha vontade de voltar, eu gosto muito de sair com ela, estou tentando falar com outras pessoas no tinder etc mas é diferente, com ela era mais fácil sabe.
Talvez ela me chame por não ter outros amigos ou porque ela me acha gente boa e gosta de conversar, mas deveria eu dar um basta nisso? no fundo talvez eu ainda tenha esperança da gente voltar, ainda mais que agora como amigos estamos nos dando bem, porque não tem aquele peso de ficar saindo etc, acho que eu ainda gosto dela.
submitted by maurocaa to desabafos [link] [comments]


2020.11.27 03:02 terrordelas14 Minha vida.....

(nesse post vou comentar tudo que venho guardando de ruim em mim desde meus 5-6 anos...) Tudo começou no 1° ano do ensino fundamental, eu não sei porque mas alguns colegas não gostavam de mim, eu nunca os tinha visto na vida, mas isso piorou no 2° ano, quando começei a sofrer bullying. Não sei porque mas esse ódio gratuito triplicou e comecei a sofrer hate, eu não era de brincar com brincadeiras apelativas (empurrar, tapa etc) mas eu fazia quando faziam comigo, e assim foi, me zoavam, me batiam e a coordenadora via e não fazia nada, eu chegava a chorar de ódio e como bom e besta coração eu perdoava a pessoa e recomeçava, mas quando era eu "vingando" bastava chamar meus pais. E assim foi até o 5° ano fundamental onde agravou bastante a situação onde eu acho que foi minha primeira depressão (mais tarde explico), eu levava chute, bicuda na barriga soco, e etc além de ser mira da língua mas meninas da sala, eu era o menor e mais novo da sala, eles me desprezavam, batiam fisicamente e verbalmente e quando a professora via eu tomando atitude pra fazer algo ela dizia "partiu pra agressão perdeu a razão" como se só eu batia em alguém naquela sala aff... e quando começou os ataques eu começei a ser um aluno problemático pra tentar aliviar o sofrimento, com isso meus pais começaram a vigiar mais minha vida escolar e eu sempre tive muito problema em matemática, e meu pai me ensinava, pra ele tudo era soma multiplicação adição subtração e divisão ele me dava "aula" a berros e gritos eu chorava era um pesadelo!!! Mas mesmo assim eu perdoava ele porque eu achava que tudo aquilo era para o meu bem e foi aqui que começei a falar sozinho, pra desviar daquilo, depois de um tempo no mesmo ano eu começei a pensar, "a ném, mais um dia as mesmas coisas" e foi quando eu acho que começou minha depressão sem saber, mesmo não sabendo o'que era eu queria me matar mas não tinha coragem (isso com 9-10 anos de idade) enfim, em 2014 quando fiz 10 anos no mesmo ano um tempo antes (julho) minha avó faleceu, minha avozinha que tanto amava que era tudo pra mim, e eu me senti culpado pela Morte dela pois ela fazia tratamento contra a leusemia e mesmo assim ela me comprava um bocado de coisa, e nesse mesmo ano eu ganhei meu primeiro celular digital que fez com que eu conhecesse jogos incríveis como Minecraft ;) e lá fui eu conhecer esses jogos e logo pensei "se todos me odeiam vou ficar na minha fazendo o'que eu gosto, e assim foi 2014-2017 esses foram os anos mais incríveis da minha vida onde tive um bocado de experiência boa na vida, mas meu pai não gostava que eu jogava pois achava que eu ia ficar louco, meu pai, eu não culpo ele mas ele fez muito mal pra mim, não físico mas sim sentimental enfim em 2017 (final) fui diagnósticado com panhipopituitarismo ( se se interessar pesquisem) e isso ferrou meu consciente de novo pois meu pai tem que viajar direto pra capital do meu estado buscar remédio além de gastar em vários outros, e isso fez meu psicológico fuder de um jeito.... Enfim, em 2018 eu tive uma das piores experiências da minha vida, sim, tive um amor abusivo/iludido não quero adentrar mas isso me fez entrar em depressão que consegui novamente curar sozinho, pois meu pai acha que isso é coisa de fraco e que tem que matar quem ta te fazendo mal, E minha mãe ia preocupar demais eu dei a volta por cima e vamos para 2019, ia ser um ano zica se não fosse o fim, eu estava gostando de uma garota mas no final ela tava me testando e taquei o foda-se mas meu primo que eu confiei muito explanou um segredo que contei pra ele, descobri esse ano por um amigo, esse meu primo se paga demais de fodão só porque não é mais virgem e fuma narguilé (adolescente moderno mas tenho 16 e ele 17 e não sou e nem quero pegar essa característica dele) mas ele sujou meu nome pra cidade toda e eu falando com pessoas principalmente meninas que sabem desse segredo meu (tem haver com panhipopituitarismo que disse mais cedo no texto) meu pai reclama que só fico jogando depois de tudo isso enfim essa é minha vida....
submitted by terrordelas14 to desabafos [link] [comments]


2020.11.27 01:31 frustratedwriter15 Esse é o começo de um livro que estou escrevendo. Ele se chama "A menina que queria comer o mundo"

Parte 1: Sobre novos começos. A menina que queria comer o mundo Eu tenho um sonho recorrente, onde eu estou de frente ao oceano, as ondas batendo no meu tornozelo como uma gelada lembrança de que eu estou caindo aos pedaços e assim como o vento, eu desapareço. Me faço ar e água, eu viajo a mundos desconhecidos que são feitos de sussurros e histórias não terminadas que foram engolidas pela minha forma. Nesse sonho eu não sou feita de pedaços quebrados, eu não sou feita de beleza invisível, eu não sou feita de lágrimas derramadas em vão ou gritos ao silêncio. Eu sou de água e ar, eu mudo conforme necessário, eu sou amada incondicionalmente. Nesse sonho eu não existo. Mas então eu acordo, e estou de volta na minha cama e sentindo o sol esquentar o meu rosto, lembro o que realmente é real. Esses são os meus dias mais difíceis, na escola nada parece certo, eu fico com aquele sentimento no coração que é pesado demais pra carregar e difícil demais para explicar, são nesses dias que meus ombros abaixam e minha cabeça fica presa entre o real e o imaginário. Às vezes eu me pergunto se eu vou conseguir chegar até o dia seguinte, afinal como eu vou continuar sabendo que sou de carne e osso e existem limites para o meu ser? Eu não posso fugir, então fico presa nesse pequeno corpo que pouco significa comparado a grandeza de tudo e eu, continuo. A escola pode ser considerada um local de sentimentos mistos, lá eu consigo me superar e sinto que prenchoo um pequeno vazio de tudo o que falta em mim, mas também é lá onde ponho todo meu esforço para ser engraçada, ser compreendida e amada, é como uma constante prova onde eu tenho que passar e ganhar o respeito de todos, apesar disso eu ainda me sinto invisível. Sou um daqueles fantasmas de filme, posso ser sentida um toque ali, uma risada aqui, no entanto ninguém me enxerga, consigo ver atrás das risadas e das conversas animadas. Consigo sentir as pessoas se perguntando de onde ela surgiu? Eu continuo apesar de tudo. Eu então me refugio no meu quarto, entro no começo da noite e só saio quando o mundo fica quieto. Esse horário é perigoso, a quietude e a solidão te dão uma segurança falsa, elas contam mentiras de liberdade e falta de consequências. Esse é o momento em que eu ataco, de repente me vejo sem controle do que eu penso, sinto ou faço. Eu começo a comer, não importa o que, são poucos minutos em que o mundo me traz prazer e felicidade. Sou inundada por gostos e cheiros que me preenchem, cada lugar onde um dia foi vazio é preenchido por um sabor diferente.Salgado, azedo, doce, amargo não me faz diferença, contanto que sirva o seu propósito. Aos poucos volto a me sentir cheia até a respiração ficar difícil, e o meu corpo se sentir grande demais, assim faço o meu caminho de volta ao quarto e lá me faço a vítima de tudo o que eu acabei de fazer, e de tudo o que já fizeram comigo. Enquanto a culpa desce sobre mim eu vou adormecendo, deixando a dor se ajustar ao meu corpo, dominando tudo. Eu chamo isso de ciclo, estou presa nele, sobrevivo por causa dele, estou viva por ele e eu não sei como quebrá-lo, consigo o enganar fugir por algumas semanas, meses às vezes, mas ele sempre me acha e me traz de volta. Poucas pessoas sabem sobre ele, minha mãe foi a primeira a notar, no começo eu não quis acreditar. Afinal, como eu poderia estar me sabotando? No entanto, quanto mais as palavras ecoavam na minha cabeça, mais sentido fazia não apenas o que ela me disse, mas a minha vida inteira. Quando entendi o que ela me disse, entendi os vazios. Parecia que minha vida toda tinha sido finalmente posta em uma luz fria. No dia seguinte, a tarde fui a aula de pintura e contei pra uma pessoa, minha amiga Maria. A partir daquele momento ela passou a guardar meu segredo mais precioso, a razão da minha derrota. Não contei pra Maria sem motivo, para entender o meu porquê, você precisa entender ela. Maria é uma daquelas pessoas que emana luz e cheira a campos de flores em dias ensolarados, ela vê algo mais profundo e de alguma forma entende. Você não quer ser apenas conhecida por ela, quer ser enxergada por ela e, eu, fui. Ela viu por trás do esforço e das falsas personalidades, ela enxergou minha essência, o que quer que ela seja. Eu decidi a fazer minha confidente, guardei todos os seus segredos e ela os meus. Dessa forma, quando eu a contei sobre o ciclo e os vazios, ela não sentiu pena, não me perguntou se eu precisava ser ajudada. Não, ela compreendeu o que representava e o que significava. Acho que esse foi o primeiro dia em que eu estava completamente presente, eu não era um espírito observando todos e tentando agir de maneira certa, não, naquele dia eu existi. Pela manhã o dia não se misturava em fragmentos e borrões, eu conseguia ver os acontecimentos claramente. Ainda sim, no café o nevoeiro havia voltado, mas naquela manhã eu não me importei, porque agora eu tinha uma memória para guardar e não importava o quão escuro ficasse nada poderia tirá-la de mim. O dia seguiu normal, os momentos e as pessoas voando por mim, todas com um propósito, com um lugar para ir. Quando eu cheguei em casa, o vazio me invadiu, a noite e a sua solidão tomaram conta de novo, era como um tsunami que recuava ocasionalmente, mas sempre voltava com o dobro de força. Me arrastei até o quarto, deitei e fechei meus olhos e por uma hora imaginei praias brancas com as ondas indo e voltando, imaginei o ar da montanha batendo na minha cara e grandes florestas me rodeando, imaginei um campo florido com uma brisa leve me abraçando, imaginei um lago fundo e gelado, imaginei ser feliz e quando eu não consegui mais imaginar eu fui pra cozinha. Apesar de ter sido a primeira a notar, minha mãe nem imagina que eu ainda estou presa no ciclo, com muito esforço eu convenci ela de que eu melhorei. Meu último desejo era preocupar ela. Nós vivíamos sozinhas, meu pai desapareceu quando eu ainda era pequena e desde então a casa ficou vazia e o escritório foi ocupado por várias noites em claro. Meu pior dia foi uma noite fria de julho, a casa vazia fazia o meu coração arder e como uma tempestade de verão eu fui arrastada até a cozinha. Quando cheguei lá não consegui parar, eu estava no olho do furacão e assim eu comi, e comi e até os meus olhos arderem como o meu coração, e minha respiração ficar fraca eu não parei de comer. Eu acordei na minha cama no dia seguinte. Minha mãe já trabalhava na cadeira do meu quarto, e assim que percebeu que eu estava acordada ela apertou minha mão e me deu um olhar de pena. Eu nunca me senti tão inferior e envergonhada como naquele dia. As aulas de arte eram a minha salvação, meu porto seguro. Por arte você não precisa descrever sua dor, não precisa explicar, a dor só precisa ser sentida. O pincel passou a contar meus segredos, ele coloriu minhas cicatrizes e enfeitou a névoa. A arte era única parte minha, que não havia sido tocada pelo ciclo ou pela dor, ela era meu pequeno presente e eu a guardava com todo o meu ser. Como você já deve ter reparado, Maria é minha única amiga. E eu não digo isso para ser engraçada, apenas conto a verdade. Eu já estava acostumada e por mim nada precisava mudar. Quando uma das meninas se aproximou de mim na escola, eu não dei muita importância, eu não sou uma pessoa falante e em pouco tempo ela desistiria de mim. Mas recreios viraram almoços, e almoços viraram tardes na companhia dela. Por algum motivo ela não necessitava que eu conversasse, ela fazia isso por mim. O nome dela era Esther, de acordo com o que eu conseguia ouvir ela viraria uma arquiteta e pretendia fazer a casa de várias celebridades. Esther virou uma constante na minha vida. Quando eu fui parar no hospital, minha mãe e Maria já não estavam mais na companhia uma da outra, Esther estava lá e iluminava o quarto com suas conversas animadas e gargalhadas feitas de música. Esther tinha uma vida, um namorado e dois pais, ela morava perto da escola e pretendia se mudar quando se formasse. De acordo com ela eu tinha muita sorte de ser acolhida por ela. Eu não discordava, eu realmente tinha sorte. Esther era como um anjo caído do céu, a sua pele é da cor da noite e brilha quando o sol bate nela, os seus cabelos são grandes e cacheados e ela ama por ele em penteados. Ela ama abraços e consegue me deixar sem graça toda vez que me beija na bochecha para me dar tchau, eu não sou boa em demonstrar amor. Você deve estar se perguntando qual é o meu nome, ele é estranho, mas minha mãe o ama porque ele significa divina e pra ela eu sou completamente divina. Meu nome é Diana, ele não combina comigo, mas eu gosto de imaginar que em outra vida eu realmente fui divina. É tão estranho como pequenas coisas fazem diferença na nossa vida. Um sanduíche a mais, domingos sonolentos e ensolarados, uma amiga a mais, um beijo. No dia 15 de abril meu mundo brilhou, uma coisa dentro do meu coração foi acordada, algo que eu não sentia há muito tempo. Nesse dia, eu e Maria fomos visitar Esther, era aniversário dela e a ideia de festa dela era nós duas e seu namorado. Maria gosta de ser pontual, então chegamos 10 minutos mais cedo, ela segurava uma bandeja cheia de biscoitos e eu segurava a pintura que eu havia feito pra ela de presente, ela merecia, 17 não é uma idade fácil de chegar. A casa de Esther não era muito grande, mas também não era pequena, ela tinha um quintal e até o ar parecia diferente aqui, como em um filme. Andar pela casa dela era como ver o que sua vida deveria ser, a casa dela parecia ser tirado de um poster do prédio do serviço social. Quando entramos no quarto dela a felicidade se foi, eu nunca me senti tão desconfortável como quando vi Esther chorando. Enquanto eu entendia o que estava acontecendo, uma raiva também descia sobre mim, porque ninguém jamais deveria machucar Esther. Após alguns copos de água, finalmente conseguimos descobrir que seu término era o motivo do choro. Ele tinha arranjado uma menina melhor, de acordo com ela e ele tinha decidido que hoje era o dia ideal para contar-lá. Eu não me lembro de muito depois disso, os sons e as vozes viraram um só. Tudo o que eu conseguia ouvir era minha raiva, eu me sentia um vulcão prestes a explodir, como alguém ousava machuca-lá? Por que as pessoas eram tão cruéis? O que eu, ou Maria ou Esther havíamos feito para merecer tanta merda? A raiva borbulhava por baixo da minha pele e eu precisava socar alguém. Aos poucos decidi que eu não tinha força suficiente para socar alguém, invés disso pela primeira vez em meses eu decidi falar. - M...Man..Manda ele sse fuder. Foi a primeira vez que falei na frente de Esther, ela me olhava com os olhos arregalados, enquanto Maria colocava o copo de água no criado-mudo. -Você fala! Eu estava prestes a começar aula de sinais - ela falou com um sorriso no rosto, enquanto me encarava, eu apenas acenei com cabeça e soltei uma risada baixa. Eu nunca tinha passado um dia como aquele, só nós três comendo besteira sem culpa, elas conversando enquanto eu observava e ria eventualmente. Nesse dia eu descobri o que era felicidade. A noite veio rapidamente, e levou Maria com ela para sua casa, no entanto eu decidi segurar aquele sentimento e dormir na casa de Esther. Eu estava com medo, as noites não eram meus momentos mais fáceis, ainda sim eu queria pelo menos uma vez na minha vida falar que eu fui verdadeiramente feliz. Nós comemos e assistimos um filme, e por fim Esther quis ir até o seu quintal. Enquanto observamos o céu, uma tristeza desceu sobre mim, não era a tristeza que eu estava acostumada, mas sim uma saudade antecipada do sentimento que preenchia meu coração, eu queria poder congelar esse momento, mas ele escorregava aos poucos pelos os meus dedos. - Eu sei que minha vida parece perfeita, mas às vezes eu me pergunto se eu mereço isso, sabe? Eu nem sei se eu sou uma boa pessoa, alguém me ama? - Isso me pegou de surpresa, porque pra mim não existia uma versão dela que não fosse amável, para mim ela era tudo que existia de amável no mundo. - Eu te amo - eu sussurrei e peguei sua mão na minha, enquanto as palavras caíam sobre ela, eu decidi que era amar ela o que me fazia uma pouco mais próxima da luz. Se ela era tudo de amável no mundo e se eu era a única que a amava, então eu também era mesmo que só um pouco. Certos momentos ficam marcados na sua memória, eles não sempre fazem sentido, mas são esses pequenos momentos que te trazem de volta, quando o oceano tenta te puxar e te afundar, essa noite foi um desses momentos. Nada grande aconteceu, nada especial, eu não virei uma pessoa diferente, ainda sim eu nunca esqueceria o cheiro de grama molhado e calor dos dedos dela entre os meus, se isso era felicidade eu nunca mais queria largar-lá.
aqui vc encontra tudo que eu já escrevi, até agora
submitted by frustratedwriter15 to EscritoresBrasil [link] [comments]


2020.11.26 13:54 reallyuglydoodles Minha ex não é quem eu pensei que ela fosse. E tudo bem.

Eu namorei com a Laura por uns 3 anos. Terminamos no começo de 2020, e semana passada ela veio me ver aqui em casa porque foi meu aniversário.
E isso aconteceu basicamente porque eu e a Laura mantemos a amizade, mesmo depois do término. Reconhecemos que somos pessoas muito importantes pra vida um do outro e que mesmo nosso namoro não tendo dado certo, ainda podemos ser amigos. E somos mesmo. Já tem quase um ano que a gente não está mais juntos mas mesmo assim, ela ainda me considera o suficiente pra vir me ver no meu aniversário e e ainda trazer um presentinho.
(Eu sei que estamos no meio de uma pandemia, mas já fazem meses que eu tô trancado em casa levando essa quarentena à serio e a Laura literalmente foi a única visita que eu tive nos últimos seis meses, e só porque foi meu aniversário mesmo).
Até aí, tudo certo. O questionamento começa quando eu pergunto se o atual namorado dela está de boa com ela vir visitar o ex-namorado. E pra minha surpresa, ela disse que o namorado não precisava saber que ela estava lá, que é mais fácil ela omitir esse fato, pediu até pra gente não tirar fotos pra não ter perigo delas acabarem caindo num Instagram da vida e o atual dela ver.
Cara, isso me deixou um tanto incomodado. Me fez pensar em quantas vezes ela deve ter feito o mesmo comigo enquanto a gente namorava. E o pior é que nem passava pela minha cabeça. Não que eu ache que ela alguma vez chegou a me trair nem nada do tipo, porque eu realmente confio muito na palavra dela e ela sempre diz que nunca teve nada com ninguém, e eu confio nela. Mas a questão justamente é que esse tipo de atitude dela enfraquece essa retórica, não é?
Sei lá, pareceu a ação de uma pessoa totalmente diferente daquela que eu namorei por vários anos. Eu não estou aqui pra crucificar a menina e me pintar como um santo que nunca errou na vida, mas eu realmente fiz um esforço pra ser sincero. Se eu queria ver alguém específico, eu estava confortável para dizer isso à ela e achava que o contrário também era verdade.
Essa ação dela me fez repensar tantos momentos no nosso namoro que poderiam ter uma interpretação ambígua, mas eu sempre dava a palavra dela como fator guia e todo o resto não importava. Tantas vezes em que ela foi "tomar um sorvete com uma amiga" e sumia por umas 3 horas, ou "a chefe dela disse que ela tinha que terminar aquele projeto logo e ela ia ter que fazer hora extra". Eu sempre aceitei esse tipo de coisa numa boa. Até porque eu pensava se ela quisesse fazer algo tipo ir ver alguém, ela simplesmente diria.
Isso me lembra aquela história de "a pessoa que sempre acha que você está traindo ela provavelmente está traindo você", sabe? Durante nosso namoro, eu tinha que basicamente dar um relatório do que estava fazendo o dia inteiro, qualquer contato com alguma pessoa que não fosse ela gerava uma crise de ciúmes, me isolei de um monte de gente porque "ela não gostava deles". Agora só vejo que ela estava espelhando seu mau comportamento em mim, sendo que eu nunca nem cheguei perto de fazer qualquer coisa parecida com o que ela fez. Nunca nem saí de casa sem que ela soubesse.
Eu nem acho que ficaria muito chateado se ela de fato estivesse me enganando esse tempo todo porque eu sou um cara muito flexível com namoro e meio que aceito que quando se está num relacionamento, existe o risco real da pessoa te trair independente do quão boa você seja pra ela. Mas isso sou eu - o namorado dela provavelmente não pensa como eu e fazer esse tipo de coisa com ele não é justo.
Dada a nossa história, eu não chego a desdenhar dela nem nada do tipo. Ainda acho ela uma garota maravilhosa, e não me arrependo nem um pouco do meu namoro com ela. Mas com certeza tirei ela daquele pedestal, onde só via ela como uma mulher angelical e perfeita que sempre era sincera comigo, e agora vejo ela muito mais como uma pessoa muito boa, mas com algumas características questionáveis. E sabe, tudo bem - eu me enquadro nesse aspecto também.
submitted by reallyuglydoodles to desabafos [link] [comments]


2020.11.26 06:18 LukeMakki77 Totalmente sem saber o que fazer...

Bom, vamos lá
Namorei uma menina por 1 ano e 7 meses, terminamos na sexta-feira da semana passada (contra minha vontade, pois ainda gosto dela). Ela se dizia desgastada da relação após alguns leves desentendimentos entre nós e disse não estar mais interessada em mim. Essas palavras me machuram muito, pois eu sempre gostei muito dela, apesar de todos nossos problemas. Ela tem problemas de saúde, como depressão e ansiedade.
Nosso término ocorreu de forma até pacífica, em uma chamada de voz. Nessa chamada, ficamos longas horas conversando sobre o andamento da relação. Eu me dispus a resolver todos os problemas e tentar de tudo pra manter aquela relação... Mas como dito acima, ela me disse preferir que ambos seguissem seus próprios caminhos e vidas...
Nós sempre fomos muito próximos, nosso relacionamento surgiu através de uma profunda amizade no ensino médio e com o tempo nos apaixonamos. Nossa relação sempre foi muito tranquila, até que começou a pandemia...
Com a pandemia, não pudemos mais nos ver com tanta frequência, nossa solução foi encontrar algo para fazermos juntos a distância (inclusive nisso, descobri uma nova paixão, chamada League of Legends). Nós jogavamos todos os dias.
Porém,sentindo a ausência um do outro, nossa relação foi ficando mais superficial e menos emotiva. A gente se via eventualmente, mas já não era como antes...
Essa questão toda da distância e isolamento de tudo nos gerou diversos problemas, comecei a ter graves crises de ansiedade. Me tornei uma pessoa muito impulsiva. Inclusive, acabava sendo grosso excessivamente com ela, várias vezes, mesmo sem a intenção.
Isso foi desgastando a relação, mas não somente isso.
Ela foi criando novas amizades no jogo e já não passava mais aquele tempo todo longe de mim comigo. Ela, como já dito, tem problemas de ansiedade e depressão também.
Somando tudo isso, chegamos a uma situação onde a relação estava bem sobrecarregada.
Eu decidi procurar ajuda profissional e tem sido maravilhoso!
Todavia, os problemas do lado dela ainda não se resolviam e isso foi pesando, até que chegou sexta feira e terminamos o namoro (a pedido dela).
Passaram-se já alguns dias, busquei me manter bem ativo, mudei os móveis da minha casa de lugar, procurei trabalhos e cursos pra fazer e me aproximei de amigos do passado que me afastei. (Inclusive, me aproximei de uma amiga a qual já fui bastante apaixonado no ensino médio, antes da minha ex-namorada). Conversei com tudo isso sobre minha psicóloga e ela me deu total apoio e me disse estar lidando de forma bastante correta nessa situação, apesar de toda essa dor que eu sinto por dentro, afinal, ainda gosto dela.
Quarta-feira dia 25, minha ex pede urgentemente para que conversemos.
Decidi que não havia problemas e combinamos de eu ir amanhã na casa dela para buscar coisas minhas que estão lá, porém ela se sentiu incomodada, apesar de aceitar isso.
Todavia, ela pediu pra conversarmos no momento imediato via chamada. Eu aceito sem problemas.
Ela me liga chorando, dizendo que se arrependeu de tudo que me disse, que era mentira, que ela gosta sim e mim e me quer de volta. Ainda nas palavras dela "eu quero que tu cuide de mim".
Eu fiquei sem reação, eu prefiri optar por passar confiança a ela do que dar uma falsa esperança de que voltaríamos... Vou explicar:
Ela cogitou suicídio com toda essa situação...
Eu resolvi passar confiança pra ela em si mesma (o que eu tenho feito comigo)
Eu dei todas as qualidades dela, relembrei bons momentos da nossa relação e fiz com que ela se sentisse especial. Mesmo assim, não disse que ficaria com ela.
Eu admiti pra ela, estou com saudades, eu quero poder dizer que quero ficar com ela.
Mas ela magoou muito meus sentimentos e me machucou muito a forma como ela lidou inicialmente com isso.
Mas eu ainda gosto dela...
Só que eu tenho receio, ela pode estar pedindo por mim agora, mas na verdade ela só uma companhia pro momento difícil, e não por realmente me amar...
Eu aconselhei ela a buscar tratamento com um profissional e ela vai, além do mais, dei conselhos a ela sobre como ela pode superar essa "escuridão" toda que tem passado.
Eu do fundo do meu coração, desejo toda a felicidade e sucesso do mundo pra ela, mas não sei se eu sou o cara capaz disso, e com certeza eu não quero namora-la por pena.
Eu quero namorada por saber que eu a amo e ELA ELA AMA A MIM.
Mas como a saúde mental dela tá instável, não acredito que ela seja capaz de definir um sentimento por mim...
Amanhã vou na casa dela para buscar minhas coisas e ajudar ela em serviços na casa (só pra dar um ânimo)
Mas eu tenho medo de recair, estou indeciso
Eu a amo, mas não sei se devo amar
Não sei se eu realmente devo me sujeitar a esse relacionamento assim.
Estou sem saber o que fazer.
submitted by LukeMakki77 to desabafos [link] [comments]


2020.11.24 19:34 G_a_b_z Preciso de conselhos de pessoas mais velhas.

Soube que pode ter menores de idade aqui, então vamos direto ao ponto. Vou fazer textão e sentar o dedo no teclado.
Recentemente venho me deparado com a adolescência (e eu não sei se isso é a famosa “fase” ou um problema mais sério) e isso vem mexendo comigo de uma maneira absurda ao ponto de ter crises.
Acredito que isso seja a sensação que todos nós sentimos ao sair da infância, saudade. Mas eu sinto que não aproveitei minha infância. Eu não tinha irmãos da mesma idade que eu, não tive amigos próximos, mal saia eu para brincar na rua (sai algumas vezes mas não muito). Eu era uma criança extrovertida e feliz.
Ao entrar na adolescência eu percebi que não fiz amizades nenhuma, ou seja eu passo dias e dias sozinhas sem conversar ou ter contato com alguém da minha idade, eu também não tenho habilidade nenhuma para conversas com ninguém da minha idade e isso fez com que eu não tivesse amigos nenhum na escola ou em qualquer ambiente social. E eu sinto que eu passo tanto tempo em casa (porque meus pais não me deixam sair) que eu não pude cultivar nenhuma amizade, eu não brinquei como eu queria, eu não curti a minha infância como eu queria, e sinto que por estar me sentindo triste pela minha infância, eu também estou perdendo minha adolescência.
Eu tenho casa com piscina, celular da moda, meus pais têm dinheiro,e eu até sou considerada uma “menina bonita” mas eu não tenho amigos, eu não tenho ninguém pra conversar. E eu também não consigo mais conversar, eu não me encaixo em nenhum grupo social, e parece que NINGUÉM da minha idade me entende. Algumas pessoas da minha idade já estão começando uma vida sexual e a frequentar festas adultas ( PRECOCE ), outros agem como crianças pequenas, e eu simplesmente não consigo levar uma conversa com ninguém, eu até consigo falar um pouquinho, mas logo acaba p interesse e eu continuo sem nenhum colega para jogar conversa fora.
Eu também não posso sair de casa, o que me faz passar muito tempo lendo ou mexendo no celular, e eu comecei a colecionar hábitos considerados “estranhos” ou “incomuns” para algumas pessoas da minha faixa etária.
É tão complicado essa coisa de fazer amigos, é tão estranho como as relações sociais são complexas (Se elas fossem fáceis, não existiria curso de sociologia). Parece que todo mundo recebeu um manual de como ser adolescente ou como fazer amigos e eu fui a única esquecida. Ah, eu tentei frequentar algumas festas (não festas adultas; aniversários de colegas de classe) e sai chorando, porque percebi que não dá.
Por isso eu sinto falta da minha infância e da criança extrovertidas e tagarela que eu era (tão tagarela que inventou 12 amigos imaginários para conversar). Sinto falta de chegar na escola e o maior luxo e ostentação era ter 2 reais para comprar balas, e a minha única preocupação era se eu ia chegar em casa a tempo de assistir meu desenho favorito. Eu sinto falta das coisas serem mais simples.
Pessoas mais velhas que eu, me digam que eu não vou ser a única e nem fui a única a passar por isso.
submitted by G_a_b_z to desabafos [link] [comments]


2020.11.24 11:53 ben_avid Que música eu coloco? [O que achou?]

Vai no aleatório mesmo.

Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Caralho que dia chato da porra, papel pra cacete, suor pra cacete, falação pra cacete. Ah, oi tudo bom? Térreo por favor.
"Tudo bom senhor. Térreo pode deixar."

Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
"Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir"

Festa estranha, com gente esquisita
"Eu não to legal, não aguento mais birita"
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
"É quase duas, eu vou me ferrar"

Obrigado viu, boa tarde.

Que que eu tenho que fazer quando chegar em casa? Provavelmente lavar alguma louça, lavar roupa, lavar a casa inteira seria uma boa na real. Regar...
"Você já comeu ali no Mistura Fina? Ou, é barato mas é gostoso em!"
Oh droga, preciso comer alguma coisa ainda. Acho que vou passar ali no Zé, pegar um cachorrão mesmo pro almoço e já era.

Se encontraram então no parque da cidade
Nossa senhora, que calor absurdo é esse?
O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo

"Oh mano, fiquei com a Laryssa vei, da hora a mina em mano. Troquei ideia no insta, curti as foto dela, fui desenrolando, saimo ontem e rolou."
"Cê é novo ainda mano, dá pra faze essas coisa."

Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
"COMPRO OURO! COMPRO OURO!"

Oi seu Zé, bom? Quero um completo pra viagem por favor.
"Pode deixar. Um completo pra viagem!
E o Eduardo ainda tava no esquema "escola, cinema
Clube, televisão"

Hmmm um cineminha seria bom em? Que filme será que tá passando? Vou olhar depois.
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser

Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar

Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular

"Completo pra viagem. Ficou dez reais."
Aqui. Brigado.
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz

"Aqui na Casa Mendez você encontra o mais novo móvel para a sua casa."
"Cara você viu a noticia que saiu hoje? A porra do governador tá querendo aumentar o imposto em remédio."
"Não é possível mano, como assim? Que putaria do caralho."

A música tá quase acabando, qual será que vai vir depois, tô numa vibe de música mais tranquila assim, alguma brasileira também.
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
Ah! Ahaan!

"Esse aqui é o ônibus que vai pro Santo Antônio?”
"É sim, senhora."
"Corinthians tá uma vergonha em, jogadorzada não corre nessa porra."
"Senhor você tem um trocado pra me dar?"
Putz cara, to sem nada aqui no bolso, sinto muito.
"Você viu que vão matar a Betinha na novela hoje?"
"Não!"
"COMPRO OURO! COMPRO OURO!"
Que não existe razão!



A lua inteira agora é um manto negro oh oh
O fim das vozes no meu rádio oh oh
São quatro ciclos no escuro deserto do céu
...
submitted by ben_avid to rapidinhapoetica [link] [comments]


2020.11.22 13:11 ipackedkdb O que fazer em relação a uma empresa tóxica?

Gente, eu estou numa empresa, em que desde o começo tem um pessoal tentando me tirar. Isso está afetando bastante meu psicológico e minha ansiedade está nas alturas. Todo dia em que penso em voltar para essa empresa, sinto uma náusea de manhã e vontade de me matar rs. É uma empresa bem tóxica mesmo, em que só fica quem faz bullying. Bom, alguns exemplos do que tá acontecendo, meu chefe escolhe favoritos, quando vou apresentar alguma coisa, colegas começam a usar o celular, o CEO falou indiretamente que não me ajudaria se não colocasse dinheiro no fundo deles, postava alguma coisa no whats, e ninguém respondia, apenas o CEO, mas quando o colega postava todo mundo respondia. Me xingam indiretamente, a panela lá é bem grande, e o RH tá incluso nessa palhaçada. Meus colegas falam que vou precisar de psicólogo e que deveria me suicidar, kkkk, e muitas outras coisas.
Tem um cara realmente insuportável, que tá fazendo de tudo para eu sair, e falou ainda "fez merda tem que se fuder". Eu talvez não tenha feito uma boa apresentação no começo por ter um pouco de ansiedade social, mas não justifica os atos deles. Uma menina que entrou comigo foi despedida, pq o pessoal não queria passar tarefa para ela. Enfim, eu não sai ainda, porque não quero sair só porque querem que eu saia, principalmente por causa desse fdp que não para de me atormentar o dia inteiro tentando me isolar e fazer o que faz. Depois que comecei a gravar as situações lá e eles perceberam, o pessoal parou de fazer tantas indiretas, e juro por deus que começaram a me tratar melhor, menos esse colega que continua fazendo as merda. Empresa de bosta, não tem avaliação no glassdoor, me pediram para assinar o contrato de pj no início, não pude nem levar para casa para ler. Estou pensando em comprar uma caneta com câmera para deixar lá e gravar as situações que ocorrem no dia a dia. É praticamente impossível fazer as atividades com o que eles fazem com o psicológico.
Quero muito sair, mas não sei se devo sair agora. A porra da estág que faz bullying, vai ser efetivada, e tá falando mal de mim para todo mundo que entra lá. Meu nome tá ficando bem sujo e tem um pessoal que nem olha na minha cara. O turn over é bem alto, então muita gente entra e sai. Dinheiro não me importo muito, pq comecei a trabalhar desde cedo, então tenho uma grana acumulada já. Mas esse gap no currículo ficaria meio ruim. O que vocês fariam no meu lugar?
submitted by ipackedkdb to brasil [link] [comments]


2020.11.22 07:09 Novel_Resident_ "Melhor amiga"

( Alarme! Texto grande!! ) A muito tempo atrás na minha antiga escola eu tive minha primeira melhor amiga, porque eu nunca tive um amigo de verdade isso era muito especial pra mim, nós conversamos sempre, de intervalo até a saída todos os dias, ela era um ótima amiga até as coisas... Mudarem, ou melhor ela mudar.
1° bandeira vermelha: namorados.
Ela nunca foi uma pessoa de namorar até ela começar a gostar de um cara na minha sala, ela nunca parava de falar o quanto ela gostava dele e como ele era lindo e tals, ela falava tanto que esse acabou sendo o assunto favorito dela por meses, eu não suportava só falar sobre garotos ou em namoros ( e até hoje não é um dos meus tópicos favoritos. ) mas como eu sabia que ela nunca tinha se apaixonado antes era normal ela ficar toda hora falando dele, então eu só fui paciente, mas toda a vez que eu tentava puxar sobre um assunto diferente ela sempre dava respostas rápidas pra o assunto acabar logo, o que não era bem, muito legal. Eles acabaram namorando, yaaay. Eu finalmente achei que esse papo de garotos ia acabar mais só ficou pior, não durou muito tempo o namoro e eles terminaram bem rápido, ela passou mais um monte de meses só falando o quanto ele era babacas e tals e sla o que e novamente quando eu tentava só mudar de assunto ela continuava falando mau dele e dai pra frente todos os assuntos que ela tinha pra conversar girava em volta de garotos e namoros.
2° bandeira vermelha: Novas amizades.
Eu nunca tive problema em ter um amigo ou dois a mais, mais como ela era minha primeira melhor amiga era normal eu ter um pouco de ciúmes, a gente começou a sair um uma menina super bacana e eu não tinha nenhum problema com a presença dela, mas essa garota que começou a falar com ela não era gente boa, era repetente e também se metia em bastante briga e uns rolos aí, eu nunca fui de conversar com ela mais já a minha melhor amiga já adorou ela mas meio que essa garota ( vou chamá-la de Mara) a Mara não gostava nem um pouco de mim, era grossa, não tinha respeito pelas coisas que eu gostava e era bem violenta. Eu falei várias vezes para minha amiga ficar longe dela porque ela não era boa pessoa mas ela nunca me escutou ( ela nunca me escutava também quando eu alarma-va sobre garotos babacas que ela insistia em namorar) e então eu pensei, se ela não vai me escutar talvez eu tenha que fazer a Mara ir embora conversando com ela, então foi o que eu fiz, mas a situação ( obviamente) saiu do controle e ela fez minha amiga pensar que eu era muito ciumenta e a trouxe para o ciclo de amizade tóxico dela. Nós brigamos e depois disso paramos de nos falar por um bom tempo.
3° bandeira vermelha: Reconciliação.
Após muito tempo sem se ver, eu tinha me arrependido pelas coisas que falei e realmente acreditei que eu era apenas ciumenta e deveria pedir desculpas, e foi isso que eu fiz, eu pedi desculpas e ela também e nos abraça-mos, eu estava tão feliz, eu pensei que a gente era melhores amigas de novo e que tudo iria voltar a ser como era antes, bem não foi bem assim. Não nos falamos mais, ela criou um novo ciclo de amizade e eu também, os assuntos não eram os mesmo e acabou que o pedido de desculpas foi só pra não ter peço nas costas. Mas mesmo assim eu pensei "sem ódio, o que importa é que não estamos mais brigadas e é isso que importa" e assim foi, a vida continuou. Mas a história acaba aqui? Bem eu queria, mas não.
4° e última bandeira vermelha: Fofocas.
Lá estava eu com meu amigo ( vamos chamá-lo de Caio ) eu e ele estávamos apenas conversando no final da aula como fazíamos, mas ele estava agindo diferente. Ele não estava conversando muito e ria baixinho de vez em quando, eu não perguntei o porque pois eu queria respeitar o espaço pessoal dele e porque provavelmente não era da minha conta. Mas de repente ele para a conversa e fala: " Ei, é verdade que você gosta de mim?" Eu fiquei congelada no lugar, eu nem sabia o que disser, como ele sabia da minha quédinha por ele que eu tive no 4° ano? Eu não tinha contado pra ninguém, só pra... " Ei Caio, uh quem te disse isso?" Ele respondeu ainda com um grande sorriso em sua cara: " a foi a fulana ( minha melhor amiga ) ela disse que se gostava de mim e tals." Eu nem sabia o que responder, porque ela diria isso pra ele?? Eu fiquei furiosa, nós não éramos mais amigas mais ela sabia que o Caio era meu amigo! E melhor amiga ou não isso era totalmente babaca da parte dela contar um segredo constrangedor meu. Eu nem sabia o que responder, soltei a resposta mais rápida que pude pensar: " Ah... hehe é bem, eu gostava mesmo mais... Isso já faz muito tempo e hoje eu não sinto mais nada." Após isso eu vi seu grande sorriso totalmente desmoronar lentamente, e ficou um silêncio horrível entre nós, bem o Caio não conversou mais direito comigo depois.
eu nem sei o que pensar sobre ela hoje, e tenho medo de ela ter contado mais segredos constrangedores sobre mim. Bem foi isso, muito obrigado por ler até aqui! Até o próximo desabafo eu acho kkkk
submitted by Novel_Resident_ to desabafos [link] [comments]


2020.11.22 03:46 mammaslittlebakery A faculdade está se repetindo

Alguém capaz de ensinar a ligar o foda-se? Estou cursando uma especialização e eu pensei que fazia parte de um grupinho. Acontece que hoje descobri que não faço e estou, inclusive sendo excluída. Descobri isso porque o grupinho tem um grupo paralelo de whatsapp e eu pedi inocentemente para me colocarem no grupo, para a gente fazer um "amigo doce" no final do ano. Daí a resposta rápida que recebi foi "nem sei quem é o adm". Tudo bem, uma pessoa não saber quem é o adm, mas daí depois que a aula terminou, com mais pessoas reunidas eu perguntei novamente se alguém sabia quem era o adm e ninguém soube. Obviamente me toquei de que não me queriam no grupo e fiquei na minha. Chateada porque gosto das coisas ditas na cara, tipo "a gente não quer te colocar", e já me evitava o constrangimento de parecer pedinte, mas tudo bem. Agora, passando os stories do instagram, descubro que o bendito do grupinho se reuniu para estudar em um hotel de uma das meninas.
Todas essas coisas aconteceram exatamente assim na época da faculdade. Claro que com 40 pessoas na sala, eventualmente me encaixei em um pequeno grupo, mas as colegas do meu grupo eram convidadas para outras coisas e eu não. E não consigo entender qual o problema comigo, o que to fazendo de errado e por que é tão difícil ligar o foda-se para essas coisas e viver minha vida sem precisar de ninguém.
submitted by mammaslittlebakery to desabafos [link] [comments]


2020.11.22 01:49 kionda_movey Simplesmente CheckMate

Essa história é meio longa e não é linear, mas vou me esforçar pra resumir o máximo pra não exagerar aqui. Eu sou homem, tenho quase 20 anos e sou de uma família de classe média muito (muito) tradicional e conservadora. No final do ano passado eu comecei a namorar e aconteceu uma gravidez inesperada (apesar dos precauções), hoje temos um bb de 3 meses.
O que ocorre é que agora eu sou "forçado" a ficar com ela o resto da minha vida, já que temos um filho e tals, e eu gosto dela (hoje estamos de boa) o problema é que eu não sei se ela é "a pessoa" e eu ainda queria conhecer muita gente e aprender com outros relacionamentos; eu já fiquei sério com outras meninas, mas minha atual também foi a primeira namorada que eu assumi.
Eu gosto muito da minha família, daria minha vida por eles, mas tenho que manter uma certa postura por ser o filho mais velho, não tenho a liberdade ou espaço pra conversar com ninguém da minha família sobre isso. Além disso meus pais sempre foram superprotetores e raramente me deixavam sair com amigos (pq eu ia me drogar ou ser sequestrado), o resultado é que tenho pouquíssimos amigos e quase nenhuma habilidade social. Os poucos amigos que eu tinha se afastaram por causa da pandemia, estou em cárcere privado e não tenho uma boa presença virtual. Em resumo, estou sozinho e tenho que guardar tudo pra mim.
Minha namorada gosta de animes e se veste tipo egirl, mas ela não chega a ser otako. Nesse ponto a gente não combina, eu gosto de ler e pesquisar sobre economia e política, ela gosta de jogos online e assistir anime. O resultado é que 99% dos amigos dela são homens que assistem animes e jogam, e como ela joga online, esses caras conversam mais com ela do que eu. Isso me deixa muito mal, eu até tentei jogar mas sou horrível fui xingado a cada 2 seg, então fiquei com raiva e nunca mais joguei.
Ela também sai pra festas, eu não gosto de beber pq já tive muito problema com bebida, e simplesmente não consigo conversar com os amigos dela (em parte por não entender as conversas de shitpost e também por não ter habilidades sociais). Por isso fico em casa sozinho enquanto ela sai com os amigos homens, de saia e cropped. Eu sempre fui muito honesto e odeio traição, tipo krl pode ficar com outras pessoas mas tenha o mínimo de respeito e termine cmg antes se for fazer isso mds. Mas mesmo assim provavelmente ela me trai, eu não tenho provas, ninguém vai me falar pq não tenho contatos e não vou dar a doida de aparecer lá do nada pra pegar ela no flagra. Eu fico muito triste pq ela tem depressão, borderline e ansiedade e por isso ela bebe muito, mas ela está amamentando e eu não posso fazer nada. Se eu falar pra alguém isso vai criar um problema pra ela por umas 3 semanas, depois ela vai voltar a beber, a única diferença é que minha família vai odiar ela e eu vou ficar preso a uma pessoa que todo mundo da minha casa não gosta, então "denunciar" o consumo de álcool dela está fora de questão.
Eu tinha muitos plano pra esse momento da minha vida, queria visitar um tio que mora na Alemanha, ele iria pagar minha passagem e eu ficaria uns 6 meses na casa dele estudando. Tinha vontade de conhecer muitos lugares e me dedicar aos estudos, mas esses sonhos estão acabados pq agora tenho que "ser homem" e trabalhar pra comprar as coisas do meu filho, não consigo me dedicar aos estudos e não consigo fazer outros cursos para desenvolver outras habilidades (sempre quis tocar violão e sou péssimo em excel) pq quando não estou trabalhando nem estudando pra faculdade, tenho que cuidar de um bebê.
Não tenho nenhum amigo pra conversar, não posso sair de casa, me relaciono pouco com minha namorada por gostarmos de coisas diferentes e esse sentimento de ela estar me traindo está me matando por dentro, a desconfiança cresce como um câncer e me dá vontade de abandonar tudo e sumir pra sempre. Não posso falar sobre isso com minha família e pra mim tudo o que eu sempre quis fazer nunca vai passar de um sonho. É como se eu tivesse desperdiçado a "melhor parte da minha vida".
Hoje toda vez que eu encontro minha namorada eu tenho um embrulho no estômago por pensar que ela dormiu com outros caras e mesmo assim eu estou preso a ela. Não vejo nenhuma possibilidade de realizar meus sonhos e metas de vida e nem posso me dedicar aos estudos. Isso não me deixa desesperado nem com vontade de gritar de raiva, é como se eu já tivesse desistido, sem vontade de resistir a mais nada, como simplesmente flutuar em um mar gelado com esse gosto amargo na boca, sem condições de lutar. A pior parte do meu dia é quando eu acordo e me lembro que tudo isso não foi um sonho ruim, e não tem nenhum dia que eu não peça a Deus pra me levar, seja em um acidente ou doença. Eu não estou cansado de uma vida difícil, mas angustiado por ver um futuro longo e infeliz independente da direção em que eu olhe.
Fico feliz em poder tirar isso do meu peito e desculpe se houve algum erro de digitação, obrigado por deixar eu compartilhar essa história com você.
submitted by kionda_movey to desabafos [link] [comments]


2020.11.22 01:08 bombarril Ruim com ela, pior sem ela

TL;DR: terminei hoje, eis aqui um longo desabafo.
Hoje de tarde pedi um tempo para minha então namorada. Nossa relação estava me fazendo mal, e os momentos bons eram tão raros que não compensavam o esforço. Mas como me dói... Eu ainda amo aquela menina, e sei que ela realmente estava tentando ser uma boa namorada para mim, só que eu não acho que ela possa simplesmente mudar o jeito dela, nem acho que isso seja correto.
Eu sinto falta de quando a gente era amigo. Tudo era tão mais fácil... A gente se via, comia junto, dava risada, assistia um filme. Depois disso, íamos cada um pra sua casa, sem compromissos, sem discussões. Só coisa boa. Começamos a namorar e começam as expectativas um do outro. Eu nem sei se eu pedia demais, sabe? O que me motivou a pedir um tempo foi a falta de interesse dela.
Eu sei que ela tem seus compromissos, e que o pai dela é um pé no saco, mas poxa, já estamos há 20 dias sem se ver, e moramos perto. Eu também tenho meus compromissos, e conseguia sempre arranjar um espacinho para acomodar algum encontro ocasional. Eu propunha encontros sempre, sempre. Na amizade a gente se via umas 3 vezes por semana. Começamos a namorar e passamos a nos ver aos fins de semana. Depois só de domingo. Estamos há algum tempo nos vendo domingo sim, domingo não. E pra mim isso simplesmente não dá. E quando a gente finalmente se vê, ela age tão distante... Ela não segura minha mão nem me beija. Se eu ganhar um selinho é muito. E mesmo que eu só abraçasse ela pelo resto da minha vida, por mim isso não seria problema, sabe?
Eu me sinto... descartável. Toda vez que eu planejo um encontro e ela me fala uma das 3 clássicas, eu fico bem mal.
  1. Estou ocupada
  2. Meu pai não deixa
  3. Não quero
E ela? Tanto faz. Ela mesmo me disse isso uma vez. Não fazia diferença se ela me visse ou não. Ela estava contente apenas trocando mensagens. A gente praticamente webnamora, embora moremos na mesma cidade e sejamos maiores de idade. Ela é um amorzinho por mensagens, responde rápido e a qualquer hora, sempre dizendo que me ama e que me quer na sua vida. Mas ela fala uma coisa e age de outro jeito... Sei lá. Peço pra fazer call e parece que eu tô pedindo o cu dela. Sempre um sacrifício pra ela fazer qualquer coisa. Convido ela para jogar o jogo favorito dela, pq eu tô com saudades, e ela várias vezes me diz q n ta a fim ou q tem mais oq fazer. Daí em questão de 1h eu vejo e ela ta la jogando solo q. Ah, mas vsf. Eu valorizo demais o tempo q eu passo com ela, seja oq for. Pra vc ter uma ideia, eu já fui até em velório pra outra cidade com ela. Odiei, foi péssimo, mas eu fui pq era com ela. A companhia dela me motivou. Agora ela? KKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Uma vez eu tava NA RUA DELA, e falei:
"Amor, tá em casa?"
"Tô, pq?"
"Tô aqui em frente kkkkk. Vem aqui"
"Não posso"
"Como assim?"
"Tô ocupada agora, não vou sair aí"
Eu chorei. Estava morrendo de saudades. Eu sou meio trouxa, eu admito.
Sei que ela era fiel. O problema real dela é a depressão. Ela sofre com isso desde a amizade, e eu sempre fiz meu melhor pra ajudar ela com isso. Sei que provavelmente seria bom pra ela que eu continuasse vivendo este relacionamento, mas honestamente, pra mim não dá mais. Choro quase todo dia, passo um puta nervoso, pq ela simplesmente se isola de mim e de todo mundo. Preferia ainda ser o amigo dela. Ser seu namorado tem sido desgastante.
Enfim, pedi um tempo pra ela hj de tarde, após mendigar pela terceira vez no dia se eu poderia ver ela. De manhã, ela disse q n sabia, q ia ver. No almoço, disse que faria faxina e q só se fosse mais tarde. Daí fim de tarde ela me diz q nem fez faxina, e que n ta fazendo nd, mas q a gente n ia se ver msm. Isso a gente estando há VINTE dias sem se ver. Daí eu tiltei. De modo educado, claro.
"Sério. Pra mim não dá mais. Não aguento mais esse sufoco pra simplesmente ver a sua cara. Eu quero um tempo."
A resposta dela?
"Tudo bem, eu compreendo. O que quer que você ache melhor para vc"
Não nos bloqueamos nem nada. Só não nos conversamos, e planejo tratar ela como uma conhecida por algum tempo, enquanto eu organizo minha cabeça, e ela a dela.
O que eu realmente espero com isso é que ela mude de ideia sobre tudo, e comece a me valorizar. Mas eu n acho q isso vá acontecer. Acho q acabaremos n voltando mais.
O que me dói, honestamente. Sei que todo mundo deve dizer isso, mas é minha primeira namorada e eu n consigo imaginar outra pessoa em seu lugar. Eu vou provavelmente procurar alguém muito similar, e comparar essa pessoa à minha ex. Eu simplesmente amo ela, conheço tudo dela, sei de tudo que ela gosta e de que ela não gosta. Sei dos podres, dos problemas, dos medos. E ela os meus.
Caras, aiai. Eu amo ela como eu amo minha irmã, como eu amaria uma filha. Eu quero tanto ela bem, puta merda. Eu tô mto dividido, queria que ela fosse diferente. É só... Mas é tão difícil...
Antes fosse só ela o problema. O pai dela me detesta por várias e várias razões. Eu tenho que ouvir as abobrinhas dele toda vez que cogito algo que ele não aprove, além do que ele já critica meu jeito e minhas atitudes. Ele me culpa por tanta coisa que eu nem tenho nada a ver...
Queria nunca ter pedido ela em namoro, gente. Acho que é isso. Sinto falta da minha amiga, e da minha paz de espírito.
submitted by bombarril to desabafos [link] [comments]


2020.11.20 22:57 aquele_esquisito aaaaaaaaaaaaaaaaaaa eu quero transar (a pandemia que empacou a minha missão)

Início do ano eu tinha 22 anos e era BV+virgem por conta da minha introspecção (não sou tímido mas amo mais do que tudo ficar sozinho, inclusive sou muito bom em falar com as pessoas e me comunicar) e morar com meus pais numa casinha pequena, coloquei como missão perder os dois até o fim do ano sem recorrer a prostituição, com um certo esforço consegui encontros com duas meninas (bem daoras por sinal). A segunda eu sai a semana de carnaval inteira para lugares onde não tinha bloco/gente e só ficamos nos pegando no último dia inteiro porque ela finalmente teve a iniciativa (eu só disse que literalmente não sabia como fazer), daí consegui perder todos tipos de BV pq ela era frenética, acho que só não transei (apesar da esfregação imparável em público) porque ela tava numa casa alugada com a família dela e já era o último dia dela na minha cidade.
Como eu disse, não sinto necessidade de gente, então para mim foi tipo um desafio mesmo, assim como eu considero me comunicar profissionalmente com outras pessoas, fora o prazer carnal e físico da coisa achei bastante desconfortável. Porém mantive o plano de tentar transar porque parece que depois dos 20 minha libido que já era razoável triplicou, e faz uns bons anos que eu me masturbo bem esparsamente quanto a frequência mas com longas sessões (faço até 3 horas quando tenho privacidade), então foi essa soma triplicada da libido com um aumento gigantesco de stamina sexual que me fez querer virar uma máquina do sexo, tipo naquele filme Shame (apesar da conclusão triste), inclusive nunca tive tantos sonhos sexuais e acabo acordando gozando direto, já perdi um tanto de cueca.
Mas daí veio a COVID e literalmente empacou a minha ideia de foda, acho bizarramente engraçado como foi nesse ano que aconteceu isso, como se fosse a minha culpa, foi mal galera. Agora tenho 23, continuo virjão e subindo pelas paredes esperando essa merda de vacina. Até deletei o Tinder por conta das minas querendo me fazer quebrar a quarentena, não vou dar mais chance pro destino, imagina se eu pego essa merda e meus parentes morrem todos só porque eu queria molhar o pipi? Totalmente como uma fábula irônica do destino.
submitted by aquele_esquisito to desabafos [link] [comments]


2020.11.20 19:20 FaithlessnessNo8520 Sou um colegial e minha vida tem sindo um inferno.

Vamos começar pelo -inicio- dos meus traumas. As únicas amizades que eu tinha, eram de duas meninas. Eu nunca fiz amizade com nenhum menino na minha escola. Final de 2018 eu fiz amizade com um garoto e estava super empolgado com isso, sempre conversávamos e jogávamos juntos. Até ele começar a falar sobre pegar outras garotas, a falar que iria parar de falar comigo, a me obrigar a jogar de madrugada se não ficaria triste. Todas as noites eu chorava pensando que ia perder ele, e rezava para isso nunca acontecer. Mas, no final de tudo, parei de falar com ele e nem penso em voltar mais.
Final de 2019 eu fiz amizade com um garoto estadunidense. Sempre jogávamos juntos e eu comecei a ter sentimentos por ele. Ao conhecer minha amiga para jogarmos nós três juntos, ele começou a me desprezar. Falar menos comigo a cada dia que passava, a dizer que ele não estava se afastando. Passava dias trancado no quarto escuro e tentando dormir, esperando acordar com uma mensagem dele. Chorava sempre que pensava que ia perder a amizade dele. Culpei a minha amiga e cortei a relação com os dois. Ao voltar a falar com ela, ela me contou que ele mentiu sobre tudo sobre a vida dele, desde o nome até aonde morava.
Isso junto com; eu fiz várias amizades mas nós paravamos de nos falar, eles só paravam de falar comigo como antes. Isso me fazia questionar se o problema era eles ou eu, já que não falavam nada.
Todas essas coisas me marcaram até hoje. Com medo de falar com outro menino e de jogar com ele e minha amiga, com medo de que ele irá me deixar de lado, com medo de nunca mais nos falarmos.
Crio paranóias em minha cabeça, e não sei se consigo aguentar tudo isso. Enfim, este é um desabafo, não espero que ninguém responda já que tentei falar aqui antes. To ficando cansado de ter esse "peso" em mim sobre gostar de outra pessoa e pensar que vai me abandonar. Nao sei o que fazer.
submitted by FaithlessnessNo8520 to desabafo [link] [comments]


2020.11.20 03:34 fabin_22 Qual é meu estilo?

É difícil nos encaixarmos em algum grupo quando não somos exatamente o perfil comum de cada estilo. Existem pessoas que não tem esse problema, elas desde sempre já são pertencentes a um grupo, e sem esforços pra fazer isso acontecer. Elas simplesmente já estavam lá, e é mérito delas, ou sorte. Mas para pessoas como eu, se encaixar em uma "tribo", ou ter pessoas com gostos semelhantes que se possa chamar de 'amigos' pode ser muito difícil e muito frustrante.
No terceirão eu sentava na fileira do canto, conversava com 2 ou 3 amigos que sentavam próximos a mim. Desse canto, eu observava a sala toda, todos os alunos rindo, paquerando, fazendo algazarra, e eu lá. Eu lá simplesmente observando o dia-a-dia de outras pessoas. Era estranho, como se a minha vida fosse assistir a vida das outras pessoas acontecer e eu lá, simplesmente só observando. E eu percebia algumas coisas de tanto observar. A mais patricinha das garotas era apenas e tão somente uma garota. Também tinha inseguranças, também se sentia mal por ser virgem quando sabia que outras meninas já haviam transado, até conversas de depilação íntima eu ouvi a menina mais bonita da classe dizer que estava há vários meses sem se depilar porque estava com alergia nas partes íntimas. Ou seja, todo mundo naquela sala de aula, sendo parte do grupinho popular ou não, nós éramos simplesmente adolescentes que não sabíamos nada da vida. Mas porque então eu me sentia sozinho? Porque ao mesmo tempo que eu me sentia igual a eles, também me sentia quase que um extraterrestre? Uma vez fui tentar conversar sobre isso com uma das pessoas que sentavam perto de mim e ele simplesmente me respondeu: "cara, toda sala tem os populares e os não-populares. Nós somos a segunda opção". Parecia que ele não se importava nenhum pouco com isso, como se fosse natural aceitar isso. E hoje em dia eu penso que de fato deveria ser. Mas na época não. Eu queria ser e algum grupo. E dentro dos variados tipos de tribos na escola, me veio a pergunta: qual é o meu estilo? "Qual é o meu estilo?" Por dias e dias essa pergunta ficou martelando na minha cabeça. Decidi que eu tinha que mudar. Ainda dava tempo de ter alguma experiência boa no ensino médio. Em uma quarta feira cheguei mais cedo e decidi me sentar exatamente no meio da sala de aula, bem onde os populares se aglomeram. Ali fiquei esperando por quase meia hora o pessoal e ir chegando. Alguns deles estranharam eu estar ali. Olhavam pra mim mas não diziam "bom dia", nem um "oi", nem mesmo um "sai daí, seu freak". Era como se eu fosse grande nada e um grande tudo ao mesmo tempo, sendo que esse 'tudo' muito incomodava as pessoas daquele meio, literalmente o tal "meio" da sala. Por fim, o que aconteceu? Os populares migraram para o canto da sala, exatamente na região em que eu costumava sentar. Os meus amigos, que lá permaneceram, até trocaram palavras com os populares nesse dia. Ouvi um "nossa, vocês são legais, poderíamos juntar os grupinhos". E eu ali. No meio. Sozinho. Mais sozinho do que nos dias normais. "Qual é o meu estilo?" Bem, nesse dia eu tive uma resposta provisória: meu estilo é o que não se encaixa. Nesse dia não ouvi nenhuma palavra que os professores disseram. Não conversei com ninguém. Cheguei em casa e nem chorar eu consegui. Acho que nem triste eu estava. Obviamente nem feliz.
Faz uns 2 anos que esse fatídico dia ocorreu na minha vida. Hoje em dia posso dizer que tenho alguns amigos que acho que fariam o mínimo por mim.
Eu adoro histórias de adolescência. É uma fase na vida das pessoas muitíssimo interessante e sempre gera ensinamentos e análises. Hoje em dia eu trabalho, e a pergunta "qual é o meu estilo?" pode ser facilmente respondida à noite, depois de uma jornada intensa e de seções de transporte público: "Meu estilo é o que simplesmente vive".
submitted by fabin_22 to desabafos [link] [comments]


2020.11.19 22:50 joaohonesto Eu não sou uma boa pessoa, eu apenas finjo que sou para ser aceito socialmente

Tava pensando isso esses dias, e conclui algo horrível: eu não sou uma boa pessoa, eu só repito o que os outros dizem para ser aceito socialmente e não sofrer sanções sociais dos meus pares (colegas de trabalho, amigos, conhecidos da faculdade, etc).
Eu não faço parte de nenhuma minoria racial, étnica ou sexual. Todo mundo ao meu redor defende progressismo social, que racismo é errado, que ser homofóbico é errado. E eu concordo, falo a mesma coisa.
A questão é: eu só defendo essas coisas porque quem está ao meu redor fala isso também, e caso eu me posicionasse de forma contrária, seria punido rapidamente e perderia as coisas que eu tenho (meu emprego, meu grupo de amigos, minha esposa, etc).
Se eu me mudasse lá pro interiorzão e todos meus amigos, meu chefe e meus colegas de trabalho fossem homofóbicos e racistas, em 15 dias eu também estaria fazendo comentários machistas e sendo escroto para não sofrer sanções sociais lá. Se minha esposa fosse homofóbica e me achasse viadinho por defender os gays, eu com certeza iria fazer piada com gay só pra aumentar minhas chances de transar a noite.
Em outras palavras, o que eu quero dizer é que eu cheguei a conclusão que eu não sou um herói que luta contra o sistema. Eu sou um bunda-mole que só quer ter uma vida pessoal tranquila e tem medo de perder o que tem; para tanto, eu sigo o que todo mundo ao redor fala apenas para não ser punido ou perseguido.
Como eu vivo numa metrópole urbana e em ambientes de classe média-alta, eu sou progressista. Se eu morasse no interiorzão e meus conhecidos fossem racistas, eu também seria. Se eu vivesse na época do nazismo, entregaria meu vizinho judeu pra não correr risco de ser preso pelo regime e, depois, ainda ia ficar feliz da vida em receber uma medalha do Terceiro Reich por ter salvado os arianos da ameaça judaica. Se vivesse na época da escravidão, eu não iria ajudar um escravo a fugir pq teria medo de ser preso, e se aparecesse uma oportunidade pra eu ganhar dinheiro escrevendo um livro defendendo a moralidade da escravidão, eu escreveria.
Eu percebi que já faço isso o tempo todo.
Quando visito meu avô, eu dou risada e acho graça qdo ele fala alguma coisa inapropriada ou racista. Se eu ouvisse a mesma coisa no meu círculo social usual, eu ficaria horrorizado e reclamaria em voz alta.
Quando eu encontro uns amigos antigos da época de escola e eles ficam falando merda machista, eu entro no assunto e invento umas coisas que eu não fiz só pra não ser excluído do grupo; falo que fui no puteiro (nunca fui), que vi a foto da bunda da menina X (nem sei quem é), etc. Mas eu nunca falaria isso no meu círculo social normal.
Quando estou na faculdade, eu defendo coisas ultra-progressistas que eu não concordo de verdade (como linguagem inclusiva usando o "X") e falo que voto no PSOL e no PT. Quando estou com meus pais, eu digo que votei no Meirelles. Na casa dos meus avós, no Bolsonaro. Pra minha esposa, na Marina Silva (ela adora meio ambiente). Mas a verdade é que eu nem votei, eu anulei tudo pq não sabia em quem votar.
Em casa eu sou super ecológico, uso coisa reciclável, quando aparece notícia na TV sobre a amazônia e o pantanal eu falo "Nossa, que absurdo, esse governo né", pq minha esposa gosta disso. Meu emprego é impactado por proteção ambiental e lá ninguém é eco-friendly, então lá eu tbem falo que td isso é bobagem, que os hippies ficam abraçando árvore e atrapalhando a gente ganhar dinheiro, etc.
No final das contas, eu não me importo de verdade com nada dessas coisas (política, racismo, religião, sexualidade). Só qro ter meu emprego lá, voltar pra casa cedo, e me divertir com meus hobbies.
submitted by joaohonesto to desabafos [link] [comments]


2020.11.19 20:29 BGuilherme1987 Porque existem pessoas que não enxergam a verdade

Você já esteve de frente com uma pessoa que não aceita a verdade e que mesmo que as coisas aconteçam debaixo do nariz dela, ela não compreende ?
Isso tem ocorrido de mais e com bastante frequência com uma pessoa que eu conheço. Isso tudo ocorre, com a filha dela, claro. Ela é do tipo de pessoa, que fica pegando digas no Instagram, de mulheres que já tem uma vida estabelecida e que já se deram bem ou estão se dando bem em suas respectivas carreiras, e para hangar uma fatia a mais, postam vídeos do dia a dia. Eu entendo que elas seguem uma filosofia de vida, más que de certa forma, não serve para todas as mulheres que a acompanha.
Eu tentei argumentar, que nem todos os vídeos, são bons para ela poder seguir, pois tudo o que elas dizem e pregam, não cabe na realidade de vida dela. Ela se ilude facilmente com as coisas e não aceita a verdade dos fatos, vive baseada nesses vídeos.
A Filha em questão, não está com uma grande educação, e sempre faz alguma coisa com alguém. Alguma coisa, é bater, tacar as coisas que estão a sua frente na cabeça ou no rosto de alguém e quase nunca obedecer ao que ela fala. Eu perco a paciência com ela, porque isso cansa. Ok, tem crianças que são assim, é da idade, elas mudam, isso é fase. Mais, 3 meses nessa, já bate o indicio de não ser apenas uma fase, más sim, uma causa. Algo está deixando ela perturbada. Por possuir problemas com relações neurológicas, ela faz uso de remédios, esse remédio. deixa ela mais tranquila. Mais a mãe, não quer que ela tome, porque segundo ela, não tem necessidade dela tomar.
Eu não sei mais o que eu posso fazer para poder ajudar, pois tudo o que eu tento fazer, a menina fala que eu estou mexendo com ela e implicando. E para váriar, eu tenho uma filha com ela, e nos seus 1 ano de idade, ainda tem muita água para rolar debaixo dessa ponte. Mias do jeito que está, em breve, ela pode vir a começar a agredir a irmã.
Aceito algumas sugestões, pois cada opinião conta.
submitted by BGuilherme1987 to desabafos [link] [comments]